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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Michel Temer e Eliseu Padilha seguram a barra para Dilma - Leandro Mazzini - O Sul

                                                                Foto: Marcelo Camargo/Abr
O vice-presidente Michel Temer e o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, formam a poderosa dupla do momento e têm segurado a barra para a presidente Dilma na cambaleante relação entre o Planalto e o Legislativo, Temer recebe deputados e senadores no seu gabinete, e tem delegado outras visitas a Padilha, que alterna a agenda entre a pasta e um gabinete no Palácio, O vice foi fundamental na vitória (apertada) do governo nas MPs 664 e 665 na Câmara, por fidelidade corporativa dos deputados a ele. 

Fonte: O Sul - Data: 20/05/2015 - Caderno Colunistas | Pág. 7 - Leandro Mazzini - www.osul.com.br 

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Em Plenário, Eliseu Padilha fala sobre o questionário da Reforma Política

Em discurso no Plenário da Câmara, na tarde da última quarta-feira, 19, o deputado Eliseu Padilha falou sobre o Grupo de Trabalho criado no âmbito da Fundação Ulysses Guimarães, presidido por ele, que terá a missão de ouvir e debater com a sociedade o tema Reforma Política.

“Cumprindo a missão delegada pelo Conselho Nacional do PMDB, a Fundação disponibilizou, hoje, em todo Brasil, um questionário a ser utilizado para uma consulta popular sobre a impostergável Reforma Política”, afirmou. As informações embasarão as propostas do PMDB para a necessária e possível Reforma Política. “Nós não queremos excluir nenhum Partido, mas o PMDB é o Partido que tem condição de estar à frente desse processo que represente os anseios da sociedade”, disse. Para Padilha, “só com a participação da sociedade brasileira é que teremos a legitimidade para promover a Reforma Política possível e necessária”.

Nota Oficial – O deputado Eliseu Padilha, em nome da Comissão Executiva do PMDB, leu a nota oficial do Partido em que repudia a toda e qualquer acusação que esteja sendo feita a sigla, como beneficiária do que está sendo objeto da Operação Lava Jato.

“Caso alguém tenha indevida e desautorizadamente se apresentado como seu representante ou ‘operador’, ante qualquer empresa pública ou privada, o fez em caráter pessoal ou no interesse de terceiros, em razão do que deverá responder por tais atos, na forma da Lei”, diz a nota.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

PMDB lança consulta para reforma política

Uma espécie de plebiscito informal será o ponto de partida do PMDB na construção do pacote de propostas da reforma política que pretende submeter ao Congresso em março de 2015. Nada a ver com a consulta prévia defendida pela presidente Dilma Rousseff e rejeitada pelo Legislativo. Trata-se de um questionário com cerca de 20 perguntas, a ser respondido por quaisquer interessados. Fica pronto hoje e será divulgado pela Fundação Ulysses Guimarães por email, site, redes sociais e lideranças do partido.


O trabalho, em várias etapas, está no início, mas o presidente da fundação, deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), cita temas que acredita terem chance de vingar, com base nas conversas preliminares: financiamento de campanha misto (público e privado), fim de coligação partidária em eleição proporcional, verticalização das alianças eleitorais, candidatura avulsa, voto distrital misto e cláusula de desempenho para acesso ao fundo partidário e à propaganda gratuita no rádio e na televisão.


Para evitar que circunstanciais interesses da maioria do Congresso tornem inviável a aprovação de uma reforma política, como ocorre há décadas, Padilha aponta a conveniência da implementação escalonada das normas aprovadas: em quatro, oito e 12 anos. Um dos dirigentes mais influente do PMDB e um dos mais próximos do vice-presidente da República, Michel Temer (presidente nacional do partido), Padilha admite do partido não atenderá à orientação da presidente Dilma Rousseff, que defende um plebiscito.


Esta não é uma questão de governo. É questão política, de partido político. O governo tem duração e programa limitados temporariamente. A política e os partidos políticos tendem a perpetuidade. (...)Fazer plebiscito é renunciar ao papel do Congresso. O PMDB defende que a forma legal de submeter a proposta à aferição popular é o referendo, diz. Contrariar propostas do PT também não preocupa a cúpula do PMDB, partido disposto a mostrar que é todo o partido político deve ser independente e autônomo.


Temos compromisso com o governo e com a governabilidade, mas não renunciamos à nossa condição de partido político independente e autônomo, afirma Padilha. Temer, na reunião do Conselho Nacional do PMDB que decidiu deflagrar o processo de reforma política, disse que este tema será o primeiro dentre os tantos que deverão redefinir o posicionamento do PMDB diante da nação.


O secretário-geral da Mesa da Câmara dos Deputados, Mozart Viana, no cargo desde 1991 (com curta interrupção), afirma que a reforma política é o assunto mais difícil de ser aprovado no Legislativo, à frente até da reforma tributária. Me arrisco a dizer que não há hipótese de uma reforma política que contemple todos os temas ser aprovada na Câmara. E tem mais: mesmo que aprovasse aqui, chegando ao Senado a visão seria outra. Os interesses são outros. O que for aprovado aqui não há garantia de aprovação lá, diz Mozart.


Para Padilha, a campanha eleitoral mostrou que a reforma é inevitável. Um terço do eleitorado não compareceu ou votou em branco ou nulo. Isso significa que a mensagem das manifestações de rua do ano passado, segundo a qual o cidadão não se sente representado pelos políticos, está mais presente do que nunca.


Entre os temas prioritários, cita a definição de novos critérios para o financiamento de campanha, no qual o eleito não fique comprometido com os interesses de seus financiadores. Tudo indica que isso possa ser alcançado com um modelo que contemple financiamento público e privado, de pessoas físicas e jurídicas, com um teto para todos os candidatos ao mesmo cargo. No privado, a preponderância seria da contribuição individual, diz.


Para fortalecer os partidos, cita proibição de coligação em eleição proporcional, verticalização das alianças eleitorais e fidelidade partidária. Considera possível aprovar candidatura avulsa (sem filiação partidária), que, na prática, seria dificultada por cláusula de desempenho exigida ao acesso ao fundo partidário e ao tempo do horário eleitoral gratuito.


A ampliação da possibilidade de legislação de iniciativa popular e a efetiva implantação da democracia participativa prevista na Constituição -por meio dos conselhos, planos, fundo e fiscalização municipais, estaduais e nacionais- são defendidas por Padilha. Na sua opinião, essa discussão pode perfeitamente amparar uma redefinição do pacto federativo.


Procedimento definido pelo grupo de trabalho da fundação é a apresentação do maior número possível de propostas por meio de projeto de lei ordinária (cuja aprovação exige maioria simples dos votos). Em lei complementar (maioria absoluta), o que não couber em legislação ordinária. E, em proposta de emenda constitucional (PEC) - cuja aprovação exige três quintos dos votos a favor - nos casos obrigatórios.


Para o presidente da fundação, o PMDB é o partido com as melhores condições de estar à frente de um processo de reforma política que represente os anseios da população, por ser o maior do país, com raízes em todo o território nacional e (atualmente) comandar a Câmara, o Senado e o Congresso. Segundo Padilha, o PMDB não tem uma proposta a impor, mas busca ser o condutor da reforma política indispensável e possível.


O PMDB tem o maior número de filiados (2.420.327), vereadores (7.950), prefeitos (1.007), deputados estaduais (146), governadores (eleitos sete neste ano), senadores (20) e a segunda bancada na Câmara (71). É o partido com a maior organicidade em todo território nacional. Se ele não conseguir liderar este processo, dificilmente outro partido conseguirá. Qualquer outro partido terá maior dificuldade, diz.


A intenção não é partir do zero, desprezando os projetos de lei e PECs que tramitam no Congresso, alguns com mais de 20 anos. Todos serão levantados. Foi criado um grupo de trabalho na fundação e serão ouvidos especialistas, representantes da sociedade civil e instituições que têm suas próprias iniciativas, como, por exemplo, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).


Padilha diz que há tempo para apresentação da proposta em março, porque serão utilizados os meios eletrônicos para consultas. O partido dispõe de mailing com dois milhões de contatos. A fundação conta com a ajuda da Arko Advice, empresa de consultoria de Brasília, para ajudar na coleta das opiniões da sociedade e na tabulação do material colhido.


O grupo da fundação vai elaborar proposta e submetê-la ao conselho nacional do partido. Dado o sinal verde, será enviada a militantes e políticos do PMDB em todo país. Será realizado evento nacional convidando para o debate acadêmicos, empresários, sindicatos e lideranças políticas nacionais, como os candidatos derrotados à Presidência da República, a ex senadora Marina Silva e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e os ex presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso. Em março, o pacote resultante chegará às bancadas do PMDB na Câmara e no Senado para iniciar a tramitação.




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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

PMDB inicia o debate sobre a Reforma Política

PMDB inicia o debate sobre a Reforma Política com Eliseu Padilha
Reunião Conselho Nacional PMDB
Nesta quarta-feira (5), o PMDB iniciou as discussões sobre a Reforma Política em reunião com o Conselho Nacional do Partido. Os líderes decidiram que a Fundação Ulysses Guimarães ficará responsável por formular um projeto de Reforma Política e apresentá-la ao colegiado.

Este projeto estará alicerçado nas opiniões da sociedade civil, acadêmicos, lideranças sociais e políticas.

Segue abaixo a nota distribuída pelo Conselho Nacional, após o encontro:

N O T A

A recente eleição, plenamente democrática e com expressiva participação da cidadania, demonstrou a vontade do povo brasileiro avançar. Comprovou também a urgência com que devemos realizar as reformas estruturais que aperfeiçoem a política e a prática política nacional, permitindo impulsionar, de forma sustentável, o crescimento econômico e a promoção da justiça social.

Na busca de tal objetivo, nossa proposta é no sentido de que o Conselho Nacional do PMDB, hoje reunido, decida como sua prioridade a formulação de um representativo e avançado projeto de reforma política. Com este objetivo, a direção partidária nacional conclama seus valorosos quadros municipais, estaduais e nacionais para um grande esforço no sentido de materializar esta tão sonhada e inadiável conquista.

Vamos promover a mais ampla consulta à vontade popular. Ouviremos a sociedade civil, na maior horizontalidade possível, inclusive a acadêmicos, a especialistas, a lideranças sociais, a representantes institucionais e aos diversos atores dos setores produtivos.

O rico patrimônio colhido no mais amplo debate com a nacionalidade será, depois, levado à apreciação de nossos congressistas que, legitimados pela representação popular, defenderão nossas posições no Congresso Nacional, buscando dar as cores de nosso partido à tão sonhada reforma.

Uma representativa Reforma Política se insere, seguramente, entre mais as altas prioridades do nosso momento institucional, razão pela qual nosso partido, fiel à tradição que lhe garante o galardão de maior partido do Brasil, não vai declinar da missão de, mais uma vez, ser precursor, tradutor, arquiteto e construtor desta conquista da cidadania brasileira.

A Fundação Ulysses Guimarães, nosso ente de formulação política, ficará responsável por este processo que, em conformidade com seus objetivos, por meio de Grupo de Trabalho Especial, até o início da próxima legislatura, trará a este colegiado, para a devida deliberação, a sugestão do teor de nossa proposta de Reforma Política que converta em coisa do passado a possibilidade de qualquer prática política despida de ética e de respeito aos interesses da nação.

O PMDB empunhará esta bandeira que paira sobre o inconsciente coletivo nacional e continuará sendo o maior intérprete da vontade política dos brasileiros. Este é o momento de darmos resposta e concretude ao desejo de mais de duzentos milhões de cidadãos.

Brasília, 05 de novembro de 2014

Fundação Ulysses Guimarães conduzirá o processo de Reforma Política‬ do ‪‎PMDB‬

O presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães,  deputado Eliseu Padilha, conduzirá o processo
O presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães,
deputado Eliseu Padilha, conduzirá o processo
A Fundação Ulysses Guimarães recebeu do Conselho Nacional do PMDB, na última quarta-feira (5), a missão de ouvir a sociedade e com ela debater, para apresentar uma sugestão de Reforma Política para o Partido entregar ao Congresso Nacional. 

Para dar início a esse trabalho, a Fundação reuniu em sua sede o Grupo de Trabalho que será responsável pela elaboração da proposta e contará com a coordenação técnica do cientista político Murillo de Aragão – que recentemente lançou livro sobre a Reforma Política –, e do sociólogo Thiago de Aragão.

O presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães, deputado Eliseu Padilha, conduzirá o processo. “Nossa ideia é ouvir, primeiramente, a sociedade sobre o que ela pensa sobre a Reforma. Depois, o Grupo de Trabalho irá condensar este material em uma proposta de Reforma Política que será apresentada ao Partido”, afirmou.

“Hoje, estamos assistindo no Brasil, gradativa e progressivamente, à desintegração conceitual da política, das instituições políticas e dos políticos. A representação institucional exercida pelos detentores de mandato, contrariando o princípio da representação, está carecendo de legitimidade, na medida em que a maioria dos cidadãos não se sente representada por quem elegeu”, observou Padilha.

Futuro – Nos próximos dias, o PMDB e a Fundação Ulysses informarão pelos seus sítios eletrônicos e pelas redes sociais como será o trabalho deste Grupo.

O Partido quer ouvir o que pensam a sociedade e os peemedebistas do Brasil. Este é o momento de mostrar a força do maior Partido do Brasil e construir um projeto de Reforma Política que nasça das bases. Como já dizia Platão: “Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política, simplesmente serão governados por aqueles gostam”.

(ACS/FUG)
Crédito das fotos: Wendel Lopes/PMDB

Palestra sobre Reforma Política abre o Seminário de Pauta

Eliseu-Padilha-PMDB
Deputado Federal Eliseu Padilha
Deputado Eliseu Padilha tratou dos eixos essenciais para a mudança no sistema político e eleitoral do Brasil.

O Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do estado de São Paulo (Sindpd) defende, há 30 anos, os direitos e os interesses dos mais de 110 mil trabalhadores de TI do Estado. O que o torna o maior representante sindical da categoria em todo o País.

O primeiro dia do Seminário de Pauta da Campanha Salarial 2015 iniciou com palestra sobre a reforma política, ministrada pelo deputado federal Eliseu Padilha (PMDB-RS), presidente da Fundação Ulysses Guimarães. Padilha expôs os eixos fundamentais para a reforma política no Brasil, sobretudo para fortalecer a democracia, as instituições e os partidos políticos.

Padilha argumenta que o método atual de financiamento de campanha é um dos grandes problemas no sistema político brasileiro. O modelo vigente é concentrado no financiamento empresarial. Além disso, o palestrante explica que a desigualdade nos gastos de campanha deve ser proibida. 

"É preciso estabelecer critérios para acabar com o sistema atual e para acesso ao Fundo Partidário. O Congresso precisa se antecipar e criar mecanismos que permitam o financiamento privado junto com o público", ressaltou o deputado, defendendo um limite máximo de financiamento das campanhas nos dois setores, sendo 30% o teto para o privado.

O Fundo Partidário consiste em um Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos que tenham seu estatuto registrado no Tribunal Superior Eleitoral e prestação de contas regular perante a Justiça Eleitoral. É constituído por recursos públicos e particulares conforme previsto no artigo 38 da Lei nº 9.096/95.

"A reforma política no Brasil é primordial. Só necessitamos de uma reforma porque o exercício da política não está sendo bem executado por falta de conhecimento. O primeiro problema nosso, e mais sério, é aumentar o nível médio de conhecimento político da sociedade. Não há direito sem cumprimento dos deveres. Não podemos colher sem plantar", explicou Padilha.

Verticalização

A fidelidade partidária determina que é dever do filiado obedecer às diretrizes do partido e permanecer no partido em que tenha sido eleito, sob pena de perda do mandato. Eliseu Padilha é contra o projeto em tramitação no Congresso Nacional, que unifica em seis meses o prazo mínimo de filiação partidária. "O princípio de anualidade precisa permanecer para impor respeito aos partidos e suas ideologias. E devemos voltar à verticalização, mantendo-se a ideologia primaz das legendas", disse o palestrante.

Segundo o presidente do Sindpd, Antonio Neto, é preciso manter a verticalização para a coerência ideológica. "A minha expectativa para a reforma política é que ela venha contemplar a estabilização do processo político no Brasil e reconduzir os partidos como representação, sem as disparidades que vemos hoje nas instâncias federais, estaduais e municipais", disse. "Este é o grande papel da reforma. O partido é parte da sociedade, ele não pode ser ?parte de uma parte? dentro do partido. Precisamos ter uma unidade", complementou.

Grupo de trabalho

O conselho do PMDB e a Fundação Ulysses Guimarães (FUG) querem ouvir a sociedade sobre a reforma política. Um grupo de trabalho foi criado para discutir e formular propostas sobre o tema.
Antonio Neto foi convidado pelo deputado e pelo vice-presidente Michel Temer para participar da comissão que levará o projeto para discussão em todos os setores sociais para filtrar as questões. Ao final dos debates, um documento será formulado para construir o projeto defendido pelo PMDB.

Para João Antonio Nunes, vice-presidente do Sindpd, a reforma política não será a solução para todos os problemas, mas é o ponto para um grande e significativo avanço. "Governar, no modelo atual, é comandar sob muita concessão. Então a reforma política vem nesse sentido, do comprometimento das metas dos partidos durante o governo", destacou.

Cláusulas de barreira


Também conhecida como cláusula de exclusão ou cláusula de desempenho, é uma norma que impede ou restringe o funcionamento parlamentar ao partido que não alcançar determinado percentual de votos. 

O sistema, aprovado pelo Congresso Nacional em 1995, foi considerado inconstitucional pela unanimidade dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), sob o argumento de que prejudicaria os pequenos partidos. 

De acordo com Eliseu Padilha, a cláusula de barreira precisa ser instituída no sistema político brasileiro. "A cláusula representa o princípio da justiça e da representação do voto dos eleitores. Sem barreiras, as distorções são graves", defendeu. "A multiplicação sem controle de partidos políticos, motivadas por certos interesses, fere o ideal democrático da Constituição", completou.

Na visão de Antonio Randolfo das Neves, o atual sistema político causa grande conflito entre eleitores, a opinião pública e a representatividade dos candidatos. "Notamos isso em diferentes estados, cujos números de eleitores e votos têm o mesmo peso. Eliseu colocou as questões de maneira muito clara sobre estes aspectos", concordou o diretor do Sindpd.

Democracia


De acordo com pesquisa feita pela FUG, 89,2% da população não acreditam nos partidos ou nos políticos. Apenas cerca de 10% têm algum tipo de atuação ou ligação com partidos. Eliseu Padilha afirma que a reforma política é elementar para a consolidação e manutenção da democracia, uma vez que ela parte do princípio da igualdade.

"Em resumo, nesta reforma política cuidaremos do processo legislativo, eleitoral, da lei orgânica dos partidos políticos, como se faz eleição, a questão da repartição dos recursos do Fundo Partidário e a disponibilidade do horário gratuito. Temos de criar condição para que todos os cidadãos se sintam em pleno nível de igualdade, senão a democracia será sempre deficiente", finalizou.

Fonte: http://www.sindpd.org.br



Palestra sobre a #ReformaPolítica - Seminário SINDPD

 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Eliseu Padilha: dissidências como as do PMDB gaúcho ajudam explicar ausência de “projeto nacional de poder”

Eliseu Padilha Eleições 2014

Deputado federal, disse que vai trabalhar pela unidade partidária

O deputado federal Eliseu Padilha (PMDB) criticou o que chamou de  dissidentes do partido ao falar do grupo gaúcho que não seguiu a orientação nacional pedindo apoio à presidente Dilma, reeleita neste domingo. Ele avaliou que essa é uma situação que precisa ser corrigida e atribuiu a essa falta de unidade, em parte, o fato de o partido não ter um candidato à presidência da República. A legenda mantém a vice-presidência na pessoa de Michel Temer.
Padilha lembrou que fica sem mandato no final do ano e que vai trabalhar para a unificação da legenda. Ele deixou um recado indicando que quem não está satisfeito com as decisões nacionais deve seguir outro caminho. Questionado se a orientação vai ser aguardar que os dissidentes se desfiliem ou se o partido deve tomar a iniciativa de afastar, comentou que o momento é de buscar a unidade partidária: “eu penso que o que passou passou… o ontem não conta nesse processo”, disse.
O PMDB elegeu o maior número de governadores nas eleições deste ano. Vão ser sete chefes de Executivos. Além de José Ivo Sartori, foram eleitos neste domingo Luiz Fernando Pezão (RJ)  e Confúcio Moura (RO). Outros quatro já haviam sido escolhidos no primeiro turno: Paulo Hartung (ES), Renan Filho (AL), Jackson Barreto (SE) e Marcelo Miranda (TO).  Em segundo lugar no ranking dos governadores estão PT e PSDB, com cinco eleitos cada. 
Fonte: http://www.radioguaiba.com.br


Obrigado Rio Grande!

Eliseu Padilha, Odacir Klein, Ivo Sartori, Michel Temer e Cairoli
‪
Aqui o ‪#‎PMDB‬ teve duas vitórias: para o governo do Estado, com Sartori e Cairoli, e para a Presidência da República com Dilma e ‪#‎MichelTemer‬.

Vamos, unidos, ao grande trabalho que nos espera.

Eliseu Padilha

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Proposta cria área de livre comércio em Santana do Livramento

Deputado Eliseu Padilha
Brasília (DF) - A cidade de Santana do Livramento (RS) pode ganhar a primeira área de livre comércio da Região Sul do País. O Projeto de Lei 7257/14, do deputado Eliseu Padilha (RS), concede suspensão do Imposto de Importação (II) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) às mercadorias comercializadas na área pelo período de 25 anos.

Pela proposta, o benefício será transformado em isenção quando os produtos destinarem-se às seguintes situações:

- consumo e venda interna na área de livre comércio;
- beneficiamento, em seus territórios, de pescado, pecuária, recursos minerais e matérias  primas de origem agrícola ou florestal;
- agropecuária e piscicultura;
- instalação e operação de turismo e serviços de qualquer natureza;
- estocagem para comercialização no mercado externo;
- bagagem acompanhada de viajantes, observados os limites fixados pelo Executivo.

Não terão direito ao regime fiscal especial armas e munições, automóveis de passageiros, bebidas alcoólicas e perfumes, assim como fumos e seus derivados. As demais mercadorias estrangeiras, inclusive as utilizadas como partes, peças ou insumos de produtos industrializados na área de livre comércio, contarão com a suspensão dos impostos mencionados, mas serão tributadas no momento de sua internalização.

Já os produtos industrializados na área ficarão isentos do IPI, independentemente de se destinarem ao consumo interno ou à comercialização em outro ponto do território nacional. A isenção, no entanto, aplica-se somente a produtos que contem em sua composição com predominância de matérias-primas de origem regional provenientes dos segmentos animal, vegetal ou agrosilvopastoril. Também são excluídos do benefício armas e munições e fumo.

O texto determina ainda que a venda de mercadorias nacionais ou nacionalizadas por empresas estabelecidas fora da área de livre comércio para empresas ali estabelecidas fica equiparada à exportação.

Benefícios - De acordo com Eliseu Padilha, a proposta foi sugerida pela Confederação Nacional de Municípios como forma de enfrentar as dificuldades por que passam os municípios da região oeste do Rio Grande do Sul. O deputado sustenta que essas localidades estão com “suas economias depauperadas pela falta de investimentos”.

Padilha sustenta que o fechamento de indústrias ligadas, principalmente, aos produtos de origem pecuária, assim como a transferência de vinícolas para a região serrana do Rio Grande do Sul, teve reflexos negativos sobre os demais setores de Santana do Livramento. O resultado, segundo afirma, foi “estagnação econômica, aumento do desemprego e crescimento do trabalho informal”.

Outro problema da região, conforme o autor do projeto, é a concorrência com as áreas de livre comércio uruguaias da fronteira, que atraem compradores brasileiros. Segundo afirma, esse comércio “drena da economia brasileira” cerca de 300 milhões de dólares por ano.
Para Padilha, a criação de área de livre comércio na região “teria o condão de promover a industrialização e o desenvolvimento locais. Ele acredita que a medida irá colaborar para o aumento da competitividade dos produtos gaúchos e brasileiros nos países do Mercosul, além de influenciar a criação de “potentes” corredores de exportação pelos portos de Rio Grande (RS) e Montevidéu (Uruguai).

Tramitação - A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O Rei dos bastidores e das articulações políticas - por Frederico Gaeversen

Michel Temer e Eliseu Padilha
O deputado federal ELISEU PADILHA (PMDB) é um dos políticos mais bem informados e mais bem articulados do país. Sua capacidade de negociar e de construir pontes políticas é fantástica. ELISEU PADILHA antes de entrar na política era (e é) um homem riquíssimo. É um empresário bem sucedido no ramo imobiliário.
Advogado, prefeito de Tramandaí, presidente da FAMURS - Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul. Deputado Federal de grande destaque. Foi também Secretário de Estado do Trabalho e Emprego. Foi Ministro dos Transportes de 1997 a 2001.
Realizou monumentais obras no tempo que comandou o Ministério dos Transportes. Sua capacidade de articulação político é reconhecida por todos. É um articulador nato! Por suas mãos passam os destinos do Brasil. É um ministeriável! ELISEU PADILHA é respeitado e ouvido por Presidentes da República. Suas opiniões são acatadas e respeitadas pelos maiores escalões da República!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A busca de projeto próprio de poder

Raquel Ulhôa Valor Econômico
Michel Temer e Eliseu Padilha
Enquanto PT, PSB e PSDB se desgastam no vale-tudo da eleição presidencial, o PMDB trabalha sem alarde para eleger o maior número de governadores e parlamentares, permanecendo indispensável a qualquer governo, seja de qual partido for. 

Com o esgarçamento da relação com o PT, o PMDB ensaia buscar um projeto próprio de poder, para deixar de ser caudatário de outras legendas. O presidente do PMDB, Michel Temer – como vice-presidente da República que concorre à reeleição na chapa da presidente Dilma Rousseff -, está envolvido até o pescoço na campanha nacional. Sua agenda de viagens tem sido intensa. 

Só nesta semana estavam previstos compromissos eleitorais em São Paulo, no Maranhão, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. A reeleição de Temer na Vice-Presidência por mais quatro anos, no entanto, não é “a” prioridade de todo o partido. A base nunca viu vantagem na ocupação do cargo e as lideranças já se cansaram do PT. 

Para evitar que o PMDB se dissolva com o tempo, o comando partidário quer tocar outro projeto: preparar um programa de governo e uma candidatura própria para presidente da República em 2018. Indispensável a qualquer governo, PMDB quer sua vez A tese é antiga e nunca vingou, até por falta de nomes. Mas desta vez Temer tem se comprometido publicamente com essa meta. 

A falta de um pré-candidato natural não pode ser empecilho, na opinião do deputado Eliseu Padilha (RS), presidente da Fundação Ulysses Guimarães – instituição do partido que desenvolve projetos de pesquisa, cursos de educação política e outras atividades. Padilha sempre defendeu a tese, mas agora diz que “não há hipótese” de o partido não lançar candidato a presidente em 2018. “Nome é secundário. Primeiro, a gente tem que ter interlocução com a sociedade. É assim que se faz política. É o partido ser interlocutor de causas da sociedade. Senão, não temos nenhuma chance de ser bem sucedidos no projeto nacional”, diz o deputado, um dos representantes do PMDB na campanha nacional e o dirigente pemedebista mais próximo de Temer. 

Padilha e o vice-presidente têm defendido que o PMDB resgate e fortaleça a interlocução com os vários setores da sociedade. O deputado propõe que o partido realize um Congresso logo após as eleições para dar o pontapé inicial do projeto 2018, discutindo e aprovando um plano e um cronograma de ações que torne viável a candidatura própria à Presidência da República. Até lá, o PMDB quer manter o posto de maior partido do país. Nas eleições de 2014, a cúpula espera eleger as maiores bancadas de senadores e deputados federais. O objetivo é manter pelo menos a Presidência do Senado – e, consequentemente, a do Congresso. Outra previsão é eleger o maior número de governadores (nove ou dez). 

Os Estados nos quais o partido disputa o governo com maiores chances são Rio de Janeiro, Espírito Santo, Alagoas, Ceará, Rio Grande do Norte, Pará, Amazonas, Tocantins e Rondônia. O partido ainda contabiliza entre as possibilidades o Paraná e o Maranhão. Mesmo que Dilma e seu vice sejam eleitos, o comando do PMDB pretende deixar claro que em 2018 o partido terá seu próprio projeto de poder e apresentará um nome para a corrida ao Palácio do Planalto. 

A convicção é que, se continuar integrando uma aliança secundária, o PMDB vai minguar. Os dirigentes estão certos de que o PMDB continuará tendo as maiores bancadas no Legislativo, o que obrigará qualquer governo a negociar com suas lideranças. A pregação da candidata do PSB a presidente, Marina Silva, por uma “nova política” não é levada a sério entre pemedebistas, porque, se eleita, ela dependerá mais do PMDB do que Dilma e Aécio para construir acordos com o Congresso, por dispor da base partidária mais frágil. Algumas lideranças pemedebistas vão além: acreditam que o partido teria mais influência em eventual governo de Marina Silva do que sob Dilma, mesmo ocupando a Vice-Presidência da República. Ou seja, o que vier é lucro. 

Os rumores de que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa envolveu importantes figuras do partido no esquema de corrupção da Petrobras, como o senador Renan Calheiros (AL) e o deputado Henrique Eduardo Alves (RN), presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, e o deputado Eduardo Cunha (RJ), líder na Câmara, são minimizados pelo comando do PMDB. Dizem que, mesmo que as denúncias sejam comprovadas e esses personagens percam poder, o PMDB continuará sendo o maior partido do Congresso e o mais influente. 

E outros quadros da legenda substituirão os que eventualmente caírem em desgraça. A maior parte dos pemedebistas se divide, nos Estados, entre o apoio a Dilma ou Aécio Neves. Marina conta principalmente com o apoio de parlamentares dissidentes do PMDB, como os senadores Pedro Simon (RS) e Jarbas Vasconcelos (PE). Se ela vencer, eles poderão até desempenhar funções importantes no governo, mas nunca serão transformados em interlocutores do partido. A cúpula avisa: Marina teria de negociar “institucionalmente” com a direção do PMDB. 

O entusiasmo de pemedebistas com um ou outro candidato oscila um pouco ao sabor das pesquisas de intenção de voto. Quando o tucano começou a perder pontos, setores do partido do Rio de Janeiro e do Mato Grosso do Sul, que o apoiavam, emitiram sinais de disposição de conversar com o governo. Se a curva de crescimento das intenções de voto em Aécio, registrada pelas pesquisas, continuar, a tendência é que o tucano recupere apoios no PMDB. O fato é que, qualquer que seja o próximo presidente, o partido estará a postos no Congresso para facilitar – ou dificultar- a governabilidade. E terá quatro anos para preparar um candidato para 2018 ou constatar que é mais vantajoso continuar reinando no Congresso. 

Raquel Ulhôa é repórter de Política em Brasília. Escreve mensalmente às quinta-feiras

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Michel Temer terá agendas políticas em Porto Alegre e Florianópolis nesta sexta-feira

Michel Temer terá agendas políticas em Porto Alegre
Michel Temer terá agendas políticas em Porto Alegre e SC
Foto: Galileu Oldenburg

Na próxima sexta-feira (29), o vice-presidente da República, Michel Temer, estará em Porto Alegre/RS e Florianópolis/SC para cumprir agendas com os correligionários para reforçar as campanhas peemedebistas nos estados.


A primeira agenda será em Porto Alegre. O presidente nacional do PMDB desembarcará no Aeroporto Salgado Filho às 9h, onde será recepcionado pelo deputado Eliseu Padilha, coordenador nacional da campanha presidencial e organizador da agenda no Estado, e lideranças do PMDB. De lá, seguirão para uma visita a OAB-RS. Logo depois (10h20), o vice-presidente fará uma caminhada pelo Mercado Público e falará com a imprensa. Em seguida, continuará a pé pelas ruas de Porto Alegre em direção ao Comitê do PMDB para inauguração oficial (11h20).



Após a inauguração, às 12h, o presidente Michel Temer terá um encontro com as Lideranças do PMDB, no Ritter Hotel (Largo Vespasiano Júlio Veppo, 55). Às 12h30 fará uma palestra sobre o “Governo Federal no Rio Grande e no Brasil, hoje e amanhã”. E, às 13h15 tirará fotos com os candidatos e correligionários peemedebistas, no próprio hotel.



Santa Catarina – O desembarque na capital está previsto para 15h40. O vice-presidente irá direto para o Majestic Palace Hotel, onde falará com a imprensa logo na chegada (16h30). Às 17h, no mesmo local, ele terá um encontro com Lideranças do PMDB.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Michel Temer visita a Paraíba e reforça importância da aliança PMDB-PT

Eliseu Padilha, Vital Rêgo, Michel Temer e Zé Maranhão
Eliseu Padilha, Vital Rêgo, Michel Temer e Zé Maranhão
Com a sede do PMDB em João Pessoa completamente lotada de militantes, o vice-presidente da República, Michel Temer, foi recebido nesta quinta-feira (24) pelo candidato ao Governo da Paraíba, senador Vital do Rêgo Filho, e pelo candidato ao Senado, José Maranhão, dando inicio à campanha pela reeleição da presidenta Dilma Rousseff no Nordeste. 

Temer reforçou a importância da aliança com a presidenta Dilma, conforme indicação do PMDB Nacional. “É importante que o eleitor tenha em mente que a aliança tem muito a favorecer as candidaturas, pois facilita o diálogo entre governo estadual e governo federal, com a reeleição da chapa Dilma-Michel Temer”, disse. 

Temer afirmou que a aliança entre PMDB e PT é forte no âmbito federal , e portanto, é mais do que natural que haja a mesma aliança na Paraíba. O presidente do PMDB seguiu para um auditório lotado, onde a militância já o esperava. O local ficou tão pequeno para receber todas as pessoas que, por isso, foi necessária a instalação de um telão na parte exterior do prédio. 

Durante seu discurso, Michel Temer reforçou o excelente trabalho da bancada paraibana do PMDB no Congresso Nacional, com destaque para a atuação do senador Vital do Rêgo, presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado. “São muitos os benefícios que o governo federal trouxe para a Paraíba, mas quero ressaltar que isso aconteceu porque o Estado tem uma representação no Congresso muito forte. Seria impossível não trazer essas ações para cá”, elogiou. 

Com 62 anos de vida pública pelo estado da Paraíba, Zé Maranhão iniciou sua fala afirmando que o PMDB já comprovou a sua eficiência em gestões passadas e que, desta vez, não será diferente. Já o candidato a governador da Paraíba, senador Vital do Rêgo Filho comemorou a aliança PMDB-PT, definando-a como a ligação daqueles que professam o credo de um Brasil melhor para o povo. Comprovando suas palavras, Vital citou os projetos do governo federal que melhoraram a vida dos paraibanos, como o Brasil Carinhoso e o Minha Casa Minha Vida.

https://picasaweb.google.com/100567154065017671515/EleicoesVitalDoRegoFilhoMichelTemerEEliseuPadilha

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Dilma Rousseff e líderes peemedebistas confirmam aliança nacional

Eliseu Padilha e Dilma Rousseff

Em jantar realizado na noite desta terça-feira (27), em Brasília, o PMDB reafirmou a aliança nacional com o PT na disputa pela presidência da República. Ao lado do vice-presidente da República, Michel Temer, as lideranças peemedebistas manifestaram apoio a manutenção da aliança PMDB-PT.

Os governadores do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e Pezão, do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha, o líder do PMDB do Senado, Eunício Oliveira, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, o presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, Renan Calheiros, em discursos, manifestaram o apoio a manutenção da aliança. “Foi um encontro de confirmação e apoio ao presidente licenciando do PMDB e vice-presidente da República, Michel Temer, manifestado por todos os estados presentes”, afirmou Eliseu Padilha, presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães.

Em discurso de estilo e conteúdo eminentemente político, a presidente Dilma Rousseff encerrou as muitas manifestações afirmando “confiança na continuidade da aliança PT – PMDB para o próximo governo”. Em repetidas vezes, registrou que estabeleceu uma relação pessoal, além de política – administrativa, com o vice-presidente Michel Temer e os principais líderes peemedebistas.

Dissidentes – Durante o jantar, os discursos deixaram claro que as dissidências, caso venham a confirmar-se, serão parciais e acontecerão apenas no que tange a pouquíssimos estados, e terão efeito restritos ao respectivo processo político estadual.

Thatiana Souza (Assessoria de Imprensa)

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Lideranças organizam palanque do PMDB no Rio Grande do Sul

Lideranças organizam palanque do PMDB no Rio Grande do Sul
Em reunião realizada nesta manhã, em Porto Alegre/RS, começaram a ser organizadas as estratégias para as eleições que se avizinham entre parte do PMDB gaúcho que não vai abrir dissidência para apoiar candidatos majoritários de outros partidos. 

Estiveram presentes na reunião com o deputado Eliseu Padilha: o secretário-geral do PMDB-RS, João Alberto Machado, o vice-presidente do PMDB Municipal de Porto Alegre, Ernesto Teixeira, o secretário-geral do PMDB Municipal de Porto Alegre, Alexandre Borck, a presidente da JPMDB de Porto Alegre, Luciana Provensi, o presidente do PMDB Estadual do Núcleo Comunitário, Carlos Baltazar, o presidente municipal de Porto Alegre do Núcleo Comunitário, Roger Machado, membro do Diretório Estadual do PMDB-RS, Rospide Neto, e Pablo Mendes Ribeiro, representando o ex-ministro Mendes Ribeiro Filho, e outras lideranças do PMDB gaúcho.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

PMDB e Fundação mobilizam o Partido para Convenção Nacional


#ConvencaoPMDB e #EuVistoEstaCamisa
A partir desta quinta-feira (22), às 15 horas, a Fundação Ulysses Guimarães disponibilizará para o GT de Comunicação publicidades que deverão ser veiculadas em todas as redes sociais dos parlamentares com a utilização das hashtags: #ConvencaoPMDB e #EuVistoEstaCamisa

A equipe de comunicação do Partido e da Fundação irá monitorar todas as postagens e repassar à Direção Nacional. A ideia é unificar o discurso nas redes, com vistas a fortalecer o nome do Partido e divulgar o momento festivo que será a Convenção Nacional do PMDB, que acontecerá no dia 10 de junho. Todos aqueles que forem opinar, sugerir ou contribuir na convocação da convenção usem sempre as hashtags.

A Fundação enviará diariamente uma publicidade que poderá ser utilizada e encaminhada para as redes sociais. “A convenção nacional do PMDB será um momento festivo em que precisaremos marcar presença nas redes”, afirmou o presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães, deputado Eliseu Padilha (RS).

Além das publicidades para as redes, também será alterado o design do Boletim Movimento, que seguirá o mesmo padrão das artes.

Para orientações sobre o uso deste material publicitário estaremos a disposição por e-mail:acs@fugpmdb.org.br ,pelos grupos do WhatsApp e pelas redes sociais:






quinta-feira, 15 de maio de 2014

Executiva Nacional, parlamentares e diretórios reforçam apoio a Michel Temer



Brasília (DF) – A Executiva Nacional do PMDB se reuniu na tarde desta quarta-feira (14), em Brasília, para debater as estratégias a serem adotadas pelo Partido no pleito eleitoral deste ano. Durante a reunião, comandada pelo presidente nacional da legenda, senador Valdir Raupp (RO), lideranças peemedebistas tiveram a oportunidade de relatar a situação do Partido nos seus estados e manifestar apoio formal à manutenção da aliança PT-PMDB em âmbito nacional, tendo o nome de Michel Temer como vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff. 


Na avaliação de Raupp, o PMDB tem hoje 19 pré-candidatos aos governos estaduais e a expectativa para os outros cargos é a de que a legenda possa ampliar também o número de deputados federais e estaduais, além de senadores. “Estou otimista quanto à eleição dos nossos companheiros. Na aliança nacional, era um anseio nosso que pudesse haver candidatura própria. O melhor caminho hoje é manter a aliança nacional. O PMDB é do tamanho do Brasil. 



Após essa eleição deveremos conversar para saber qual será nosso próximo passo”, afirmou. O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (AM), falando em nome do líder do PMDB na mesma Casa, senador Eunício Oliveira (CE), alertou que o momento político é propício para a construção de alianças sólidas. “Entendemos que Michel Temer, que tem sido um ponto de equilíbrio para o PMDB, é um excelente nome. Nós do Senado, incluindo o senador Eunício, manifestamos nosso apoio a esta coligação”, disse. Para o deputado Eduardo Cunha (RJ), líder do Partido na Câmara, a reunião com a Executiva, sugerida pela bancada dos deputados federais, é fundamental para que os parlamentares possam externar suas visões. “O que vai decidir o destino do partido é a convenção nacional, mas este é o momento para que os companheiros possam compartilhar suas dúvidas, anseios e principais questionamentos. É dentro dessa transparência que podemos elevar a discussão político-partidária”, ponderou. 

Eliseu Padilha

Em sua intervenção, o presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães, deputado Eliseu Padilha(RS), propôs a criação de um Grupo de Trabalho com representantes de todos os estados para projetar as ações em prol do Partido. “A ideia é que o GT possa sugerir as posições que serão assumidas pelo PMDB nas discussões com os aliados. O Partido só será grande se tivermos condição de ficarmos todos juntos. Temos que ter sensibilidade para compreender estado a estado, companheiro por companheiro”, defendeu.


Já o atual vice-presidente da República, Michel Temer, agradeceu o apoio declarado à manutenção da aliança e à defesa de seu nome na chapa PMDB-PT para Presidência da República. “Hoje, espontaneamente, os colegas de Minas Gerais marcaram uma reunião para entregar, em sua totalidade, os votos para nossa pré-candidatura à vice-presidência. Foi um gesto que revela a disposição do nosso PMDB. 


O mesmo apoio foi dado nesta tarde pelo Diretório do PMDB de São Paulo, presidido pelo deputado estadual Baleia Rossi. Com toda lealdade quero dizer que me sinto muito feliz com essa reunião”, enfatizou. Temer lembrou que, mesmo nas maiores dificuldades enfrentadas, o PMDB soube se manter unido. “Já tivemos fases de encontros pouco harmoniosos com grandes dissenções. Porém, nem mesmo assim o Partido deixou de ter uma doçura cívica em seus posicionamentos. Mesmo divergindo, nossos integrantes nunca se desviaram de suas convicções políticas”, elogiou. 


Dentro do contexto eleitoral, Temer ressaltou a necessidade de o Partido manter sua unidade em qualquer fase do processo político-partidário. “Ao PMDB interessa estar junto, unido no mesmo objetivo. O meu coração, espírito e alma estão voltados para esta Agremiação. A orientação é apoiar na área nacional e respeitar as realidades locais”, garantiu. O presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (AL), reafirmou o compromisso do Diretório do PMDB de Alagoas com o vice-presidente, Michel Temer e falou sobre a necessidade de o Partido levar em consideração, nas alianças, os aspectos políticos regionais. “Muitos fatores devem ser considerados, a realidade dos estados, inclusive. Estamos 100% com Michel. O PMDB tem responsabilidades, por ser o maior Partido e o motor do Parlamento brasileiro, é o equilíbrio na política nacional. Essa aliança não é circunstancial”, afirmou.


Fonte: PMDB Nacional









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