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quinta-feira, 22 de maio de 2014

PMDB e Fundação mobilizam o Partido para Convenção Nacional


#ConvencaoPMDB e #EuVistoEstaCamisa
A partir desta quinta-feira (22), às 15 horas, a Fundação Ulysses Guimarães disponibilizará para o GT de Comunicação publicidades que deverão ser veiculadas em todas as redes sociais dos parlamentares com a utilização das hashtags: #ConvencaoPMDB e #EuVistoEstaCamisa

A equipe de comunicação do Partido e da Fundação irá monitorar todas as postagens e repassar à Direção Nacional. A ideia é unificar o discurso nas redes, com vistas a fortalecer o nome do Partido e divulgar o momento festivo que será a Convenção Nacional do PMDB, que acontecerá no dia 10 de junho. Todos aqueles que forem opinar, sugerir ou contribuir na convocação da convenção usem sempre as hashtags.

A Fundação enviará diariamente uma publicidade que poderá ser utilizada e encaminhada para as redes sociais. “A convenção nacional do PMDB será um momento festivo em que precisaremos marcar presença nas redes”, afirmou o presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães, deputado Eliseu Padilha (RS).

Além das publicidades para as redes, também será alterado o design do Boletim Movimento, que seguirá o mesmo padrão das artes.

Para orientações sobre o uso deste material publicitário estaremos a disposição por e-mail:acs@fugpmdb.org.br ,pelos grupos do WhatsApp e pelas redes sociais:






terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Fundação apresenta Projeto Conexões ao PMDB

Deputado Eliseu Padilha e José Sarney  jantar no Jaburu
Deputado Eliseu Padilha e José Sarney  jantar no Jaburu
Depois de percorrer três regiões do país, com sucesso absoluto por onde passou, o Projeto Conexões, foi apresentado ao vice-presidente da República Michel Temer, aos presidentes do Senado e da Câmara, Renan Calheiros (AL) e Henrique Eduardo Alves (RN), respectivamente, e às lideranças peemedebistas, na noite desta segunda-feira (24), no Palácio do Jaburu em Brasília. 


Também estiveram presentes os ministros Antônio Andrade (Agricultura), Garibaldi Alves Filho (Previdência), Gastão Vieira (Turismo) e Moreira Franco (Aviação Civil); o líder do Governo no Senado, Eduardo Braga (AM); o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ); os senadores José Sarney (AP), Romero Jucá (RR), e Vital do Rêgo (PB); e os deputados, Edinho Araújo (SP) e Colbert Martins (BA).


O Projeto Conexões coordenado pela Fundação Ulysses Guimarães já esteve em Natal/RN, Palmas/TO e Cuiabá/MT reunindo mais de duas mil pessoas entre militantes do PMDB, jornalistas e estudantes.


Sob os olhares atentos e curiosos de senadores, deputados e ministros, o presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães, deputado federal Eliseu Padilha (RS), apresentou no Palácio do Jaburu os objetivos do Projeto e o crescimento alcançado no país nestes três meses de sua implantação. Padilha incentivou os companheiros a participarem deste novo momento da comunicação: “Hoje nós temos que ter em mente que há um novo poder que se exerce horizontalmente e não mais verticalmente. Todos entram na rede e dizem o que pensam. A forma de nos comunicar com a sociedade civil mudou e temos que nos preparar para isto”.


Para falar sobre os desafios da nova comunicação e como preparar os quadros para estes tempos de diálogo com a sociedade, a Fundação trouxe para o encontro os jornalistas Beto Andrade e Marcos Martinelli, especialistas em Marketing Político e Redes Sociais.


O que é o Projeto Conexões?


Um ciberespaço ramificado em causas. Onde a descentralização e a relação dialógica são características constituintes. Onde pessoas com responsabilidade social podem discutir, em conjunto, temas relevantes para a evolução da cidadania e da democracia. Quando o cidadão aponta quem não o representa, ele, ao mesmo tempo, está requerendo a autonomia de sua representação. Ele se representa. Ele manifesta as suas opiniões, e as dissemina pela rede. O Projeto Conexões propõe ser esse espaço para unir causas e exercitar a cidadania.


O encontro Conexão Mídias Sociais que está acontecendo em todas as regiões brasileiras é uma das ações do Projeto. Edições presenciais de discussão são realizadas por todo o Brasil para captar causas e integrantes do projeto.


Para conhecer o Projeto Conexões acesse:
https://picasaweb.google.com/100567154065017671515/EliseuPadilhaApresentaProjetoConexoesAoPMDB




quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Eliseu Padilha fala sobre as novas mídias sociais

Presidente nacional da Fundação, deputado Eliseu Padilha
Presidente nacional da Fundação, deputado Eliseu Padilha
Brasília (DF) - As manifestações populares que estão acontecendo em todo o mundo e, também, no Brasil têm mostrado a insatisfação da sociedade, que não se sente mais tão bem representada pelas atuais instituições. A população não se contenta mais em ser “representada” por uma relação unilateral, não dialogada, resultante de uma conexão única, que se dá apenas durante o processo eleitoral.

A sociedade está reinventando seus contratos sociais e sua forma de organização e interação. Desta forma, é necessário criar um espaço aberto, democrático e qualificado de relação dialógica com a sociedade e suas instituições, e principalmente com os indivíduos.

Para criar este espaço democrático e plural, a Fundação Ulysses Guimarães lançou nacionalmente o Projeto Conexões. É um espaço nas redes sociais para a valorização das questões que são relevantes para a sociedade. Além deste objetivo, a proposta é renovar as ideias e os ideais para que se promova o fortalecimento da democracia no Brasil.

Para falar sobre o Projeto e suas perspectivas, o Movimento entrevistou o presidente nacional da Fundação, deputado Eliseu Padilha (RS).

Boletim Movimento – A Fundação Ulysses Guimarães está percorrendo o Brasil com o Projeto Conexões. Em que consiste esse programa e qual a finalidade dele?

Eliseu Padilha – O Brasil e o mundo mudaram muito depois da internet. O comportamento da população do Brasil mudou e continua mudando. Hoje nós temos 80 milhões de brasileiros que, diariamente, acessam a internet e procuram se relacionar com outras pessoas. O que fez a internet? Democratizou o conhecimento, levou o homem do campo a ter o mesmo que o homem da cidade: a informação globalizada. Portanto, o que nós queremos com este projeto é fazer com que a Fundação, que é o braço da ideologia política do nosso Partido, dialogue com a sociedade em um mesmo nível. E esta é a grande virtude da internet e das chamadas redes sociais. Todos falam entre si, no mesmo nível. Não há mais alguém que fale de cima para baixo, como detentor do conhecimento, como detentor do poder. Hoje todos são iguais. A internet está efetivamente democratizando o conhecimento. 

Boletim Movimento – Qual o público-alvo deste projeto?

Eliseu Padilha - Qual é a missão da nossa Fundação? Nós queremos levar a toda a sociedade o debate sobre a formação da cidadania. E não há cidadania sem formação política. Então, na verdade, nós queremos preparar o cidadão para atuar na polis, na vida em sociedade, no seu bairro, no seu núcleo, na sua comunidade, na pequena cidade, na média cidade, na grande cidade. Nós queremos ajudar a sociedade a politizar-se, a exercitar a cidadania na plenitude. Essa questão de que apenas os políticos são os responsáveis por cuidar da vida em sociedade é coisa do passado. Essa é uma responsabilidade de todos. Todos têm a responsabilidade pela vida social.

Boletim Movimento – A Fundação tem como premissa a realização de estudos, o desenvolvimento de pesquisa aplicada, a doutrinação programática e a educação política para o exercício pleno da cidadania. Partindo dessa premissa, como a Fundação está organizando o PMDB para as eleições de 2014?

Eliseu Padilha - A Fundação Ulysses Guimarães tem a missão de preparar a sociedade, especialmente os partidários do PMDB, para conviver com esse novo momento social e político. Se nos voltarmos às manifestações que ocorreram no ano passado, nós veremos que todos os temas que apareceram nas ruas são temas políticos. Então, a sociedade quer participar. O que nós temos de fazer? Nós temos é de criar meios e fórmulas de a sociedade se fazer ouvir também dentro do nosso Partido, para nos auxiliar a sentir qual é realmente a sua aspiração. Os políticos vão ter de rever a fórmula de fazer política. Max Weber disse que “político é aquele que vive para a política, não aquele que vive da política”. Então nós queremos preparar um exército no Brasil inteiro a fim de que ele também viva para a política, independentemente se disputará ou não uma eleição ou de se almeja ou não um cargo público. A sociedade irá propor fórmulas, apresentar ideias de como fazer para que a vida em sociedade seja mais eficaz e mais feliz.

Boletim Movimento – Como a Fundação pretende preparar os quadros peemedebistas para disputarem as eleições?

Eliseu Padilha – A eleição de 2014 aqui no Brasil, na minha opinião, terá muito a ver com o que aconteceu na eleição de 2008 nos Estados Unidos. Esta será uma eleição que acontecerá fundamentalmente por intermédio dos meios de comunicação de massa e horizontalmente. O que estou querendo dizer com isso é que a eleição se dará essencialmente através das mídias sociais. Hoje, a Fundação tem cursos preparatórios para candidatos. Porém, com o auxílio das mídias sociais, nós queremos preparar ainda melhor não só os candidatos mas, principalmente, as pessoas que trabalham com os candidatos. Sejam elas cabos eleitorais, sejam elas assessores, queremos debater com as pessoas que vão efetivamente fazer política. O debate horizontalizado será, então, uma forma de debate permanente e se dará por meio de coletas de sugestões para que a política trate daquilo que é a aspiração da cidadania. Temos, enfim, de preparar os cidadãos e depois ouvir o que eles querem dizer sobre a política e sobre como deve ser o comportamento dos políticos.

Boletim Movimento – Quais as perspectivas da Fundação em relação ao PMDB?

Eliseu Padilha - O PMDB é o maior Partido do Brasil e, ao que tudo indica, continuaremos sendo grandes ainda por muito tempo. Mas isto não é o bastante. O PMDB precisa voltar a ser o que foi o velho MDB. Ser ele o escoadouro, o caudatário de todas as aspirações da sociedade. O PMDB tem de andar junto, andar ao lado da população, sentir suas aspirações. Para nós podermos continuar sendo o maior Partido do Brasil, é necessário ter a melhor representatividade. E isso não se faz só com discurso, mas sim com a ação dos quadros que foram sendo preparados para agir. Faz-se tanto por meio das ações que se desenrolam lá nos conselhos municipais quanto daquelas realizadas pela Presidência da República, cargo que o PMDB não pode abrir mão de disputar – pelo menos não nesta eleição de 2014, mas, certamente, já na eleição de 2018.

Boletim Movimento – Como se dá o trabalho conjunto entre Fundação, Partido e as bancadas na Câmara e no Senado?

Eliseu Padilha - Nós da Fundação estamos percorrendo o Brasil com a preparação dos nossos companheiros dos diretórios estaduais, dos nossos companheiros das Fundações estaduais, dos nossos companheiros deputados federais, deputados estaduais, prefeitos e vereadores. Nós estamos preparando, na base, o nosso partido, que é onde efetivamente acontece o trabalho no plano político. Além disso, para responder a esta pergunta, é preciso mais uma vez destacar que, apesar de haver mudado a forma de se fazer política, não há mais o discurso vertical: alguém que fala é o detentor da sabedoria e das soluções. O diálogo hoje é horizontal, todos são iguais, todos têm o direito de propor, todos têm o direito de criar soluções para os problemas da vida em sociedade. E aos políticos que disputam mandato, cabe incorporar esse sentimento e convertê-lo aos seus programas e às suas ações, esta é a efetiva aspiração da cidadania brasileira.

Foto por: Wendel Lopes/PMDB

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

PMDB participa de seminário para discutir o uso e a importância das redes sociais

Presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães deputado Eliseu Padilha
  Durante o evento os parlamentares tiveram a oportunidade
de identificar as principais redes sociais, seu uso e alcance
Brasília (DF)- Peemedebistas e assessores de imprensa interessados em entender as inovações nas comunicações após a difusão das redes sociais na internet participaram na quarta-feira (20), em Brasília, do seminário Conexão- Mídias Sociais, promovido pela Fundação Ulysses Guimarães.

O presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães, o deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS) abriu o evento destacando a importância do debate sobre as mídias sociais no atual cenário político. “Temos a oportunidade hoje, de conhecer o que vai ser a grande ferramenta das eleições de 2014. Quem fizer campanha pelo modo convencional, poderá partir para o insucesso. Ou adentramos as novas mídias, ou seremos mandados sair se não nos adequarmos”, avaliou.

Padilha lembrou que, em 2011, foi realizada uma ampla pesquisa nacional sobre a percepção da política pela população e 89,8% dos brasileiros não “ligavam” para os partidos políticos. E isso foi com relação a todos os partidos. E apenas 10,2% estavam interessados, e são praticamente o público que já atua em ambientes políticos. “O que avaliamos é que a legitimação política dos representantes estava em risco” explicou.

As manifestações que aconteceram este ano em todo o Brasil expressam qual é a vontade popular, segundo o presidente da Fundação em junho de 2013 esses 90% foram para as ruas e disseram o que eles querem. “Eles querem uma democracia eficiente. O que eles querem dizer é ”eu não aceito representante político” ou ainda ”ninguém me representa”. Essa é a voz daqueles 90%. E agora vem o porquê deste evento: quem conscientizou esses 90% em relação aos políticos, foram às mídias sociais”, observou Padilha.

Para o presidente da instituição a internet fez uma revolução no mundo, ele explica que a democratização da informação é uma realidade que mudou a relação da população com as informações sobre política. “O papel da Fundação é difundir esses novos conhecimentos. Quero ter, depois das eleições de 2014, a convicção de que fizemos tudo o que podíamos”, concluiu.

O jornalista Marcos Martinelli, que têm experiência em comunicação política e partidária, apresentou o painel Marketing Político na Era Digital, durante sua apresentação Martinelli fez uma retrospectiva histórica, desde a Era do rádio, passando pela popularização de comícios de rua, a entrada da televisão no processo eleitoral e evolução dos meios de comunicação com a chegada da internet e dos smartphone. “Hoje cada vez menos as pessoas estão dispostas a sair de casa para ir participar de comícios, que também foram dificultados com as novas legislações. A interação com o leitor está mudando, como mudou a forma como as pessoas estão buscando informação. O eleitor não é apenas receptivo, ele quer participar. As pessoas vêm conversando pelas redes sociais e os políticos tradicionais que não consegue se comunicar com esse público vão perder espaço”, alertou.

Para exemplificar a mudança no processo eleitoral e o aumento da participação política nas redes sociais, Martinelli apresentou um resumo das inovações trazidas pela campanha á presidência dos Estados Unidos, pelo candidato Barack Obama.

Os dados mostrados pelo palestrante revelam o impacto das estratégias adotadas pela equipe do Obama. Somente no portal oficial de campanha (mybarackobama.com) foram criados mais de dois milhões de perfis. O uso das ferramentas da internet, além de criar um clima positivo na campanha, rendeu três milhões de doadores online. “A campanha de Obama focou no indivíduo e usou redes sociais de forma efetiva para alcançar grande público e foram dezenas de redes utilizadas. No You Tube, Obama teve 905% visualização a mais que o outro candidato McCain”, enfatizou.

Já o especialista em Marketing Álvaro Franco e a consultora em Marketing Digital Helena Hoy destacaram a importância de entender para que serve cada uma das redes Facebook, Twitter, Instagram e o modo mais eficiente de se usar cada uma das redes, inclusive no período eleitoral. Helena aproveitou a ocasião para apresentar um vídeo sobre o crescimento econômico da classe C e sua relação com as mídias sociais.

Beto Andrade, jornalista e publicitário que também participou do seminário, no painel Comunicação Digital Na Pratica, se aprofundou sobre o setor público, setor privado e terceiro setor quanto à utilização da internet. Para Andrade, a internet é a mais nova plataforma de comunicação, organizacional social e consolidação da cidadania.

Para encerrar esse encontro o coordenador da Rede PMDB 15, apresentou o projeto, que é um laboratório para construir alicerces de mobilização para as campanhas de 2014 e 2018. 
 
Fonte: PMDB na câmara - enviado por Christina Abelha

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Trocando Figurinhas

 


O fechado regime cubano vai tomar lições da democracia com a Fundação Ulysses Guimarães, do PMDB, presidida pelo deputado Eliseu Padilha
- Cedo ou tarde, a abertura vai acontecer e eles querem estar preparados - diz Padilha respeito do intercâmbio. 

O deputado vai fornecer aos cubanos o mesmo material dos cursos de formação política que a Fundação ministra pelo Brasil, em parceria com os professores de universidades brasileiras. Em contrapartida, os cubanos repassarão conhecimentos sobre seu principal produto de exportação, a medicina comunitária. 

Fonte: Jornal Zero Hora/RS - 16/11/2013 Coluna: Página 10 - Rosane de Oliveira

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Eliseu Padilha confirma intercâmbio entre a Embaixada de Cuba e a Fundação Ulysses Guimarães

Rafael Hidalgo Fernández e Eliseu Padilha
Eliseu Padilha confirma intercâmbio entre a Embaixada de Cuba e FUG
O conselheiro político da Embaixada de Cuba, Rafael Hidalgo Fernández, esteve reunido nesta terça-feira (5) com o presidente da Fundação Ulysses Guimarães, deputado Eliseu Padilha (RS), para dar andamento ao intercâmbio das duas instituições para a troca de experiências sobre o programa de formação política da Fundação e o sistema eleitoral brasileiro. 

A intenção é aplicar os conhecimentos brasileiros no modelo de abertura política de Cuba. Também farão parte do intercâmbio, os conhecimentos sobre o sistema de saúde cubano que tem sido levados a vários países, inclusive estados e municípios brasileiros. 

Para Eliseu Padilha, “o programa de formação política construído e praticado pela Fundação Ulysses Guimarães, em parceria com institutos e professores de Ciência Política das melhores universidades do país, poderá, certamente, servir de parâmetro para a abertura que está sendo feita pelo governo cubano”. 

Fotos: Wendel Lopes/FUG

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

TVCOM Conversas Cruzadas - O favoritismo de Dilma para as eleições de 2014

TVCOM canal 36 - Conversas Cruzadas 26/10/2013

O favoritismo de Dilma para as eleições de 2014 apontado pelo Ibope e as repercussões dos fatos da semana nesse cenário. Participam do debate os deputados federais Eliseu Padilha (PMDB), Alexandre Roso (PSB), Marco Maia (PT), Nelson Marchezan Jr (PSDB).

O contrato de renegociação das dívidas dos Estados, o leilão de libra e o contexto eleitoral de 2014 - formação de palanques estadual e nacional - foram pautas da edição do programa


Bloco 01

  

Bloco 02 



Bloco 04

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Fundação Ulysses disponibiliza material de capacitação para o exercício da cidadania

Eliseu Padilha, Michel Temer e Moreira Franco, Para onde a Cidadania quer levar o Brasil
Fundação Ulysses disponibiliza material de capacitação para o exercício da cidadania
A Fundação Ulysses Guimarães com a finalidade de fornecer ferramentas de capacitação e atualização para o exercício da cidadania está disponibilizando para a sociedade um kit composto de dois vídeos e um caderno temático. A ideia é que as informações contidas nestes materiais possam aprimorar o exercício da cidadania com novos conhecimentos.

Materiais – Um dos vídeos é a gravação do “I Seminário de análise política da macroeconomia brasileira”, realizado no dia 14 de agosto de 2013, na Câmara dos Deputados, em Brasília, com importantes nomes discutindo a temática: o Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, o técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA, economista Mansueto Almeida, e o Ph.D. em Economia pela University of Pennsylvania, Marcos Lisboa.

O outro vídeo é a gravação do evento “Para onde a Cidadania quer levar o Brasil”, realizado no dia 2 de julho, na Câmara dos Deputados, em Brasília, com: o comunicólogo e sócio-diretor do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, o doutor em Ciências Sociais e professor de departamento de Sociologia da UFRJ, Paulo Baía, e com o sociólogo e coordenador de Assuntos Estratégicos da Arko Advice, Thiago de Aragão.

Já o caderno temático, “Por uma democracia eficiente”, traz uma importante análise da história democrática brasileira escrita pelo vice-presidente da República, Michel Temer.

Para ter acesso ao material, o cidadão pode solicitar por e-mail (ead@fundacaoulysses.org.br), que será enviado pelo Correio. Ou também poderá realizar um download direto na Biblioteca do Programa de Formação Política da Fundação (www.ead.fundacaoulysses.org.br).

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Conversas Cruzadas TVCOM - Análise da criação de novos partidos políticos

O TSE aprovou o registro de mais dois partidos políticos, ampliando para 32 o número de siglas partidária no Brasil. Agora, a Rede Sustentabilidade busca ter a mesma sorte e correm contra o tempo para coletar assinaturas necessárias para o registro. 

Então, para discutir quantos partidos deveríamos ter, a forma como eles vêm sendo criados no país, e outras questões, o Conversas Cruzadas convida o vereador Claudio Janta (PDT), o presidente da Fundação Ulysses Guimarães, deputado Eliseu Padilha, o integrante da comissão de organização da Rede Sustentabilidade Jorge Wicked e o presidente municipal do PT em Porto Alegre, Adeli Sell. 

Primeiro bloco (01 - 30:37 min)




Segundo bloco (01 - 09:29 min)



Terceiro bloco (01 - 13:04 min)



Quarto bloco (01 - 05:57 min)




quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Conselho Curador da Fundação Ulysses reconduz Eliseu Padilha à Presidência da Instituição

Conselho Curador da Fundação Ulysses reconduz Eliseu Padilha à Presidência
Conselho Curador da Fundação Ulysses reconduz Eliseu Padilha à Presidência
Crédito das fotos: Wendel Lopes/Fundação Ulysses Guimarães
O Conselho Curador da Fundação Ulysses Guimarães, reunida nesta quarta-feira (25), em Brasília, elegeu a nova Diretoria Administrativa da instituição para a o biênio 2013/2015. O deputado Eliseu Padilha (RS) foi reconduzido à presidência da Fundação, que terá também o deputado Lelo Coimbra (ES) como vice-presidente, a deputada Marinha Raupp (RO) como diretora-secretária, e Afrísio Filho (DF) como diretor-tesoureiro. 

Para Padilha, sua recondução é o reconhecimento e o estímulo de um desafiador trabalho desenvolvido por abnegados companheiros ligados à Fundação em todo o território nacional na formação política, no debate e editoria que a fundação tem promovido. Hoje, sua formação política, presente em todos os estados da federação, já registra mais de 200 mil matrículas. “A Direção da Fundação tem cumprido as metas estabelecidas pelo nosso Conselho e chanceladas pela Direção do Partido desde nossa posse em 2007: levar conhecimento e formação política a todo o Brasil; editar Revista e livros de cunho acadêmico, técnico e científico e promover o debate interno e externo das grandes questões políticas nacionais”.

 
Deputado Eliseu Padilha
Deputado Eliseu Padilha
“Avançamos muito, mas em relação ao muito que temos que caminhar ainda andamos muito pouco.  As ruas tem confirmado nossas previsões de que, sem paralelo em nossa história política, temos que integrar à cidadania à organização política. Todos os cidadãos querem e tem direito de se tornarem protagonistas do processo político”, disse Padilha. 

Os conselheiros também aprovaram a criação de grupos temáticos que irão discutir propostas políticas para o partido. Segundo o presidente Eliseu Padilha, “a ideia é reunir as propostas dos peemedebistas para que a Academia dê tradução ao que foi levantado e especialistas o transformem em um documento”. 

O presidente da Fundação no Rio Grande do Norte, Gleire Belchior (RN), coordenará os trabalhos. “Serão definidos os temas que serão discutidos pelos grupos, que serão formados pelos membros do Conselho Curador, para a construção de um Plano de Governo para o Partido, com o objetivo de estabelecer pressupostos e fundamentos para que os Planos Regionais sejam elaborados segundo as indicações da Fundação”, explicou. 

A minirreforma eleitoral aprovada pelo Senado foi também discutida na reunião, em especial o ponto que altera a destinação dos recursos não utilizado pelas fundações partidárias aos partidos no fim do ano em exercício. Uma carta em repúdio à alteração foi aprovada. Na opinião dos conselheiros, a proposta prejudicará o trabalho das fundações, principalmente as que tem grande atuação na formação dos quadros partidários. 

Na reunião também foi aprovada a proposta orçamentária da Fundação Ulysses e as novas diretorias das filiais do Amazonas, do Ceará, do Piauí e do Tocantins, além da alteração da diretoria nas filiais do Acre e de Santa Catarina. 

Confira abaixo a composição completa da nova Diretoria Administrativa nacional da Fundação Ulysses Guimarães: 

Diretor Presidente 
Eliseu Padilha (RS) Diretor 

Vice-Presidente 
Lelo Coimbra (ES) 

Diretor Secretário 
Marinha Raupp (RO) 

Diretor Tesoureiro 
Afrísio Vieira Lima Filho 

Secretário-Executivo 
João Henrique de Almeida Sousa (PI) 

Diretores 
Moisés Nogueira Avelino (TO) 
Edinho Bez (SC) 
Edson Ezequiel (RJ) 
Waldemir Moka (MS) 
Romero Jucá (RO) 

Diretores Suplentes 
Osmar Terra (RS) 
Fátima Pelaes (AP) 
Mauro Benevides (CE) 

Secretário-Executivo Adjunto
 Francisco de Assis Mesquita 


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Padilha: protestos apontaram descrédito com a capacidade de gestão dos governos

Padilha: protestos apontaram descrédito com a capacidade de gestão dos governos
Tema foi abordado em palestra do deputado e presidente da FUG, Eliseu Padilha
Presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães (FUG), o deputado federal Eliseu Padilha (PMDB) apontou a descrença da sociedade em relação à capacidade de gestão dos governos como principal motivação dos protestos que sacudiram o país em junho, o que na visão dele explica a queda de popularidade dos que estão no poder sofreram nos meses seguintes. 

"As manifestações vieram para ficar e representarão um novo estágio da cidadania", afirmou Padilha na palestra de abertura do Congresso Estadual do PMDB, na manhã deste sábado, que superlota o Teatro dante Baroni da Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. Ao abordar o tema "Para onde a cidadania quer levar o Brasil", Padilha foi enfático em indicar os desafios dos partidos: "as pesquisas nos demonstraram que para 89,2% dos entrevistados a política nçao lhes dizia respeito. O desafio é interpretar esta mensagem para que que as siglas e as lideranças políticas reconquistem legitimidade", observou. 

As mesmas consultas coordenadas pela Fundação Ulysses Guimarães renovaram a necessidade de melhor serviços de saúde como a grande prioridade dos brasileiros, seguidos da segurança e educação. Padilha insistiu para que o PMDB se atenha nas ações estratégicas junto aos mais de 40 milhões de jovens: "são os novos formadores de opinião junto às famílias e que lideraram um movimento político que não tinha como objetivo alcançar o poder. 

É um movimento pela eficiência dos serviços públicos", interpretou o presidente nacional da FUG O futuro do PMDB na sucessão presidencial Definindo o PMDB gaúcho como "um time pronto para ganhar", Padilha destacou o quanto o partido avançou nos últimos anos na formação de lideranças locais. "poucas vezes vi o nosso MDB com tamanha expressão e em condições de construir um caminho para reconquistar o Palácio Piratini", animou-se. 

Já em relação às eleições presidenciais, Padilha assumiu um tom enigmático. "Não tenho dúvida que estaremos formalmente coligados com o PT através do vice-presidente Michel Temer. Mas só deus sabe o que vai acontecer de fato no anoque vem", destacou o deputado.


Fonte: PMDB-RS

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Jornal O SUL - QUAL DEMOCRACIA?

Eliseu Padilha - Presidente da Fundação Ulysses Guimarães
Prezados Companheiros de luta política!

E com prazer que lhes encaminho meu artigo publicado no Jornal O Sul, edição de 18 de julho de 2013, no qual faço análise das razões e pretensões dos Movimentos de de Ruas, com os quais convivemos.

Após a leitura, sua contribuição crítica será muito bem recebida, pois nossa Fundação pretende promover um profundo debate para auxiliar a reconstruir os caminhos que nos levem à legitimação da representação política da Sociedade.

Desde já agradecendo pela atenção e crítica, envio
Forte Abraço.


Eliseu Padilha - Presidente da Fundação Ulysses Guimarães.






A civilização do conhecimento e a globalização digital em que nos encontramos, viabilizam o protagonismo direto do cidadão nas ações estatais rotuladas como de seu interesse, especialmente nas relativas aos serviços públicos. 


Norberto Bobbio, respeitado professor de teoria política e filósofo italiano, em 1986, já propôs, em sua obra O Futuro da Democracia; Uma Defesa das Regras do Jogo, uma reflexão sobre como seria a democracia capaz de assegurar o bem-estar social mediante a conjugação da Liberdade com a Justiça Social. 

Quase três décadas após, agora, os cidadãos do mundo inteiro, especialmente no ocidente, buscam diretamente, com manifestações nas ruas, o protagonismo da definição das ações estatais que correspondam às suas prioridades. Exercitam a liberdade para exigir a justiça social. 

A democracia representativa conjugada com a democracia participativa, legitimadas constitucionalmente, não está correspondendo às aspirações da população. O que se verifica, em muitos países - França, Espanha, Estados Unidos, Thrquia, Egito, Chile, Brasil ... - é que, por meio das mídias sociais, nas quais todos podem interagir entre si, a cidadania está dando passos gigantescos rumo à Democracia Direta, semelhante à vivida na Grécia Antiga. 

Os movimentos que ganham nossas ruas não são conduzidos por líderes, por partidos políticos ou pelo interesse na tomada do poder. Seu combustível é uma causa justa. O que a cidadania digital exige é que o exercício do poder estatal seja norteado pela eficiência - Saúde padrão Fifa ... -, pela ética - Abaixo a corrupção .. - e pela sintonia fina com suas efetivas prioridades - Nenhum político me representa ... 

As manifestações vieram para ficar. Simbolizam um novo estágio da cidadania. A vida em sociedade atingiu novos patamares. As conquistas da cidadania não serão renunciadas. Haverá variação nos temas, mas elas continuarão. 

A civilização do conhecimento e a globalização digital em que nos encontramos, viabilizam o protagonismo direto do cidadão nas ações estatais rotuladas como de seu interesse, especialmente nas relativas aos serviços públicos. 

O desafio é o de ler e interpretar corretamente o sentimento dos manifestantes. A meu ver, Max Weber tinha razão: político não é aquele que vive da política, mas sim aquele que vive para a política. Esta conforme a concepção aristotélica, como ciência (atividade) voltada à promoção da felicidade dos cidadãos. Ai está a condição para a legitimação da representação política: o representante tem que viver para a política. Para a felicidade da pólis.

Eliseu Padilha
Presidente da Fundação Ulysses Guimarães

terça-feira, 16 de julho de 2013

Jornal do Comércio - Agregador de Valores

Eliseu Padilha Michel Temer Mendes Ribeiro
Entrega do troféu “Agregador de Valores”

A cúpula do PMDB compareceu ao café da manhã e entrega do troféu “Agregador de Valores” ao ex-ministro e deputado Mendes Ribeiro Filho, “pela sua capacidade de agregação e dedicação tanto como deputado, ministro da Agricultura e em toda sua vida pública”. Segundo Odacir Klein, da Klein Associados, que organizou a reunião, “é uma homenagem a um homem correto, com ética, de talento, de vida limpa, de princípios e de conquistas graças à sua gratuidade e capacidade de doação. 

Por isso tem a gratidão de todos”. Na mesma linha, enaltecendo as qualidades do parlamentar, o vice-presidente Michel Temer destacou o trabalho realizado por Mendes Ribeiro. Disse que, quando chegou à Câmara dos Deputados, Mendes o ajudou muito “com o que ele chamava de palpites, que eu agregava às minhas decisões e dava muito certo”. Segundo Temer, “o modesto sucesso que tenho acho que devo 80% às suas sugestões”, revelou ao homenageado em meio da calorosa salva de palmas.


Enfrentando desafios

Para Mendes Ribeiro, que emocionado agradeceu a homenagem, “na vida pública, não tem nada difícil. Tem desafios que temos que enfrentar”. Disse que “minha amizade com Michel Temer devo ao Eliseu Padilha, que muito me aproximou do Temer”. 

Compareceram à homenagem expoentes do PMDB e da República: além do vice-presidente Michel Temer, o ministro da Agricultura, Antonio Andrade, o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves; os senadores Valdir Raupp, presidente nacional do PMDB, Luiz Henrique (SC), Ivo Cassol (PP-RO) e Pedro Simon, os deputados Luiz Carlos Heinze (PP), Valdir Colatto (PMDB-SC), o presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Eliseu Padilha (PMDB), diretores de empresas de comunicação e amigos, entre outros. Uma reunião de gratidão e reconhecimento, algo raro na atualidade.

Fonte: edgarlisboa@jornaldocomercio.com.br

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Bancadas do PMDB debatem atual cenário político em Seminário promovido pela Fundação Ulysses Guimarães

Eduardo Cunha, Henrique Alves, Michel Temer e Eliseu Padilha
Eduardo Cunha, Henrique Alves, Michel Temer e Eliseu Padilha
Brasília (DF) – A Fundação Ulysses Guimarães, presidida pelo deputado Eliseu Padilha (RS), realizou, na manhã desta terça-feira (2), o Seminário “Para onde a cidadania quer levar o Brasil?”. O evento, que reuniu as Bancadas do PMDB no Senado e na Câmara, discutiu o atual momento pelo qual passa o Brasil, com manifestações populares que acontecem em todo o território nacional.

O primeiro painel de debates foi coordenado pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco (RJ), e contou com as presença dos seguintes palestrantes: o fundador do instituto de pesquisa Data Popular, Renato Meirelles, o sociólogo Paulo Baia e o Thiago de Aragão, da empresa Arko Advice.

Na avaliação do ministro Moreira, o objetivo desse painel foi trazer para o debate no Partido, não só na bancada, mas também para a Fundação, os efeitos da série de manifestações públicas realizadas nas últimas semanas. “Precisamos entender essa nova realidade que vivemos. São milhões de pessoas nas ruas com mobilizações se dando de maneira surpreendente, inovadora”.

Para Moreira, de todas as reivindicações feitas pelos manifestantes, a mais forte que se dirige a todos os que dão vida às instituições políticas, é simbolizada pela frase: “eles não nos representam”. “É essencial que possamos compreender isso, entender para que possamos refletir sobre esse novo cenário”, declarou o ministro.

Em seu discurso, o presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), destacou que o Brasil atravessa uma das experiências políticas mais desafiadoras de sua história. “As passeatas foram em sua maioria absolutamente pacífica. É a cidadania brasileira que demonstra sinais de amadurecimento”, afirmou.

Raupp ressaltou que as manifestações atuais lembram a passeata dos “Cem Mil” realizada em 1968. “Embora o glamour revelasse os excessos da ditadura militar, as manifestações da época articularam a mais legítima insatisfação social em tudo o que envolvesse o Estado, o Poder, a Cidadania e as liberdades democráticas”, lembrou.

O presidente do Partido ponderou ainda o papel do PMDB nesta nova fase de manifestações populares. “Não há como negar que a conjuntura política tem sido caracterizada por sinais explícitos de desprezo de boa parte das autoridades públicas e dos políticos ao sentimento do eleitor. Porém, o PMDB e o Congresso Nacional tem captado a insatisfação das ruas propondo e executando medidas. Na última semana, tanto o Senado quanto a Câmara despertaram para a evolução do impasse democrático destravando pautas de votação de projetos relevantes, mas que por motivos mais variados foram lentamente deixados à margem dos interesses do Parlamento”, disse Raupp.

O senador e dirigente partidário, enfatizou que ficou claro, com as recentes manifestações, o descompasso entre a representação política e os anseios legítimos brasileiros. “A sociedade espera mudanças significativas no modelo de democracia representativa. O exercício da cidadania exige checagem periódica dos processos democráticos de representação. O PMDB como elemento assegurador desse desenvolvimento que garantiu a inclusão de tantos brasileiros à classe média tem agora a missão de ser o Partido da transição para um novo modelo de democracia que esses movimentos reivindicam”, concluiu.

O vice-presidente da República, Michel Temer (SP), ressaltou o papel da Fundação Ulysses Guimarães com a realização do seminário: “num momento angustiante da vida nacional, a Fundação vem promover um debate sobre o tema”. “Será que nós brasileiros devemos nos surpreender com o que está acontecendo? Eu digo que não. As pessoas aderiram ao movimento por um sentimento político e nós não devemos nos surpreender com isso”, afirmou Temer.

Para ele, um exame histórico do país faz verificar que passamos por ciclos constitucionais como nas Constituições de 30, 46, 64, 88 e isso se repete em 2013. “No ponto de vista histórico constitucional não devemos nos surpreender. Sobre o foco político social saímos do autoritarismo em 88 que fizemos um grande trabalho que foi amalgamar os conceitos do estado liberal com o estado social”, explicou. Ele usou como exemplo o Artigo 5º da Constituição que, além dos 70 incisos, não exclui a invocação de outros direitos não citados. “As regras do estado liberal são unidos na Constituição com o estado social, que incluem regras programáticas que proíbem que qualquer governo se oponha a políticas públicas previstas” destacou e citou o caso do direito à moradia e à alimentação incluídos na Carta Magna.

Temer ressaltou que as mobilizações são pelo que ele chamou de “democracia da utilidade dos serviços públicos”, que é um aspecto material das reivindicações: “podemos chamar de democracia eficiente, que pede por melhores condições de saúde, educação, transporte, segurança. E por melhoria do sistema político. A primeira impressão que deram essas passeatas é de que ela era contra o estabelecido, todos os governos foram atingidos, mas também a imprensa. O que se pede é a renovação dos políticos. A renovação do sistema político e isso não significa o mesmo que a renovação das personalidades políticas, mas da forma de fazer politica”.

Em defesa da proposta de plebiscito apresentado ao Congresso Nacional nesta terça-feira (2), em mensagem da presidente Dilma Rousseff, Temer disse que ele é um mecanismo importante para entender que a população anseia por uma mudança, pois se trata de consulta popular sobre Reforma Política: “acho que ele é mais importante num momento como esse do que o referendo, que ouviria somente depois da proposta pronta”.

Sobre a atual situação política, Temer concluiu dizendo que “a política na democracia é a arte da contrariedade da contestação. E é preciso exercitar isso”.





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