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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Palestra sobre Reforma Política abre o Seminário de Pauta

Eliseu-Padilha-PMDB
Deputado Federal Eliseu Padilha
Deputado Eliseu Padilha tratou dos eixos essenciais para a mudança no sistema político e eleitoral do Brasil.

O Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do estado de São Paulo (Sindpd) defende, há 30 anos, os direitos e os interesses dos mais de 110 mil trabalhadores de TI do Estado. O que o torna o maior representante sindical da categoria em todo o País.

O primeiro dia do Seminário de Pauta da Campanha Salarial 2015 iniciou com palestra sobre a reforma política, ministrada pelo deputado federal Eliseu Padilha (PMDB-RS), presidente da Fundação Ulysses Guimarães. Padilha expôs os eixos fundamentais para a reforma política no Brasil, sobretudo para fortalecer a democracia, as instituições e os partidos políticos.

Padilha argumenta que o método atual de financiamento de campanha é um dos grandes problemas no sistema político brasileiro. O modelo vigente é concentrado no financiamento empresarial. Além disso, o palestrante explica que a desigualdade nos gastos de campanha deve ser proibida. 

"É preciso estabelecer critérios para acabar com o sistema atual e para acesso ao Fundo Partidário. O Congresso precisa se antecipar e criar mecanismos que permitam o financiamento privado junto com o público", ressaltou o deputado, defendendo um limite máximo de financiamento das campanhas nos dois setores, sendo 30% o teto para o privado.

O Fundo Partidário consiste em um Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos que tenham seu estatuto registrado no Tribunal Superior Eleitoral e prestação de contas regular perante a Justiça Eleitoral. É constituído por recursos públicos e particulares conforme previsto no artigo 38 da Lei nº 9.096/95.

"A reforma política no Brasil é primordial. Só necessitamos de uma reforma porque o exercício da política não está sendo bem executado por falta de conhecimento. O primeiro problema nosso, e mais sério, é aumentar o nível médio de conhecimento político da sociedade. Não há direito sem cumprimento dos deveres. Não podemos colher sem plantar", explicou Padilha.

Verticalização

A fidelidade partidária determina que é dever do filiado obedecer às diretrizes do partido e permanecer no partido em que tenha sido eleito, sob pena de perda do mandato. Eliseu Padilha é contra o projeto em tramitação no Congresso Nacional, que unifica em seis meses o prazo mínimo de filiação partidária. "O princípio de anualidade precisa permanecer para impor respeito aos partidos e suas ideologias. E devemos voltar à verticalização, mantendo-se a ideologia primaz das legendas", disse o palestrante.

Segundo o presidente do Sindpd, Antonio Neto, é preciso manter a verticalização para a coerência ideológica. "A minha expectativa para a reforma política é que ela venha contemplar a estabilização do processo político no Brasil e reconduzir os partidos como representação, sem as disparidades que vemos hoje nas instâncias federais, estaduais e municipais", disse. "Este é o grande papel da reforma. O partido é parte da sociedade, ele não pode ser ?parte de uma parte? dentro do partido. Precisamos ter uma unidade", complementou.

Grupo de trabalho

O conselho do PMDB e a Fundação Ulysses Guimarães (FUG) querem ouvir a sociedade sobre a reforma política. Um grupo de trabalho foi criado para discutir e formular propostas sobre o tema.
Antonio Neto foi convidado pelo deputado e pelo vice-presidente Michel Temer para participar da comissão que levará o projeto para discussão em todos os setores sociais para filtrar as questões. Ao final dos debates, um documento será formulado para construir o projeto defendido pelo PMDB.

Para João Antonio Nunes, vice-presidente do Sindpd, a reforma política não será a solução para todos os problemas, mas é o ponto para um grande e significativo avanço. "Governar, no modelo atual, é comandar sob muita concessão. Então a reforma política vem nesse sentido, do comprometimento das metas dos partidos durante o governo", destacou.

Cláusulas de barreira


Também conhecida como cláusula de exclusão ou cláusula de desempenho, é uma norma que impede ou restringe o funcionamento parlamentar ao partido que não alcançar determinado percentual de votos. 

O sistema, aprovado pelo Congresso Nacional em 1995, foi considerado inconstitucional pela unanimidade dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), sob o argumento de que prejudicaria os pequenos partidos. 

De acordo com Eliseu Padilha, a cláusula de barreira precisa ser instituída no sistema político brasileiro. "A cláusula representa o princípio da justiça e da representação do voto dos eleitores. Sem barreiras, as distorções são graves", defendeu. "A multiplicação sem controle de partidos políticos, motivadas por certos interesses, fere o ideal democrático da Constituição", completou.

Na visão de Antonio Randolfo das Neves, o atual sistema político causa grande conflito entre eleitores, a opinião pública e a representatividade dos candidatos. "Notamos isso em diferentes estados, cujos números de eleitores e votos têm o mesmo peso. Eliseu colocou as questões de maneira muito clara sobre estes aspectos", concordou o diretor do Sindpd.

Democracia


De acordo com pesquisa feita pela FUG, 89,2% da população não acreditam nos partidos ou nos políticos. Apenas cerca de 10% têm algum tipo de atuação ou ligação com partidos. Eliseu Padilha afirma que a reforma política é elementar para a consolidação e manutenção da democracia, uma vez que ela parte do princípio da igualdade.

"Em resumo, nesta reforma política cuidaremos do processo legislativo, eleitoral, da lei orgânica dos partidos políticos, como se faz eleição, a questão da repartição dos recursos do Fundo Partidário e a disponibilidade do horário gratuito. Temos de criar condição para que todos os cidadãos se sintam em pleno nível de igualdade, senão a democracia será sempre deficiente", finalizou.

Fonte: http://www.sindpd.org.br



Palestra sobre a #ReformaPolítica - Seminário SINDPD

 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Eliseu Padilha: dissidências como as do PMDB gaúcho ajudam explicar ausência de “projeto nacional de poder”

Eliseu Padilha Eleições 2014

Deputado federal, disse que vai trabalhar pela unidade partidária

O deputado federal Eliseu Padilha (PMDB) criticou o que chamou de  dissidentes do partido ao falar do grupo gaúcho que não seguiu a orientação nacional pedindo apoio à presidente Dilma, reeleita neste domingo. Ele avaliou que essa é uma situação que precisa ser corrigida e atribuiu a essa falta de unidade, em parte, o fato de o partido não ter um candidato à presidência da República. A legenda mantém a vice-presidência na pessoa de Michel Temer.
Padilha lembrou que fica sem mandato no final do ano e que vai trabalhar para a unificação da legenda. Ele deixou um recado indicando que quem não está satisfeito com as decisões nacionais deve seguir outro caminho. Questionado se a orientação vai ser aguardar que os dissidentes se desfiliem ou se o partido deve tomar a iniciativa de afastar, comentou que o momento é de buscar a unidade partidária: “eu penso que o que passou passou… o ontem não conta nesse processo”, disse.
O PMDB elegeu o maior número de governadores nas eleições deste ano. Vão ser sete chefes de Executivos. Além de José Ivo Sartori, foram eleitos neste domingo Luiz Fernando Pezão (RJ)  e Confúcio Moura (RO). Outros quatro já haviam sido escolhidos no primeiro turno: Paulo Hartung (ES), Renan Filho (AL), Jackson Barreto (SE) e Marcelo Miranda (TO).  Em segundo lugar no ranking dos governadores estão PT e PSDB, com cinco eleitos cada. 
Fonte: http://www.radioguaiba.com.br


Obrigado Rio Grande!

Eliseu Padilha, Odacir Klein, Ivo Sartori, Michel Temer e Cairoli

Aqui o ‪#‎PMDB‬ teve duas vitórias: para o governo do Estado, com Sartori e Cairoli, e para a Presidência da República com Dilma e ‪#‎MichelTemer‬.

Vamos, unidos, ao grande trabalho que nos espera.

Eliseu Padilha

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Dilma Rousseff e líderes peemedebistas confirmam aliança nacional

Eliseu Padilha e Dilma Rousseff

Em jantar realizado na noite desta terça-feira (27), em Brasília, o PMDB reafirmou a aliança nacional com o PT na disputa pela presidência da República. Ao lado do vice-presidente da República, Michel Temer, as lideranças peemedebistas manifestaram apoio a manutenção da aliança PMDB-PT.

Os governadores do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e Pezão, do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha, o líder do PMDB do Senado, Eunício Oliveira, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, o presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, Renan Calheiros, em discursos, manifestaram o apoio a manutenção da aliança. “Foi um encontro de confirmação e apoio ao presidente licenciando do PMDB e vice-presidente da República, Michel Temer, manifestado por todos os estados presentes”, afirmou Eliseu Padilha, presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães.

Em discurso de estilo e conteúdo eminentemente político, a presidente Dilma Rousseff encerrou as muitas manifestações afirmando “confiança na continuidade da aliança PT – PMDB para o próximo governo”. Em repetidas vezes, registrou que estabeleceu uma relação pessoal, além de política – administrativa, com o vice-presidente Michel Temer e os principais líderes peemedebistas.

Dissidentes – Durante o jantar, os discursos deixaram claro que as dissidências, caso venham a confirmar-se, serão parciais e acontecerão apenas no que tange a pouquíssimos estados, e terão efeito restritos ao respectivo processo político estadual.

Thatiana Souza (Assessoria de Imprensa)

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Lideranças organizam palanque do PMDB no Rio Grande do Sul

Lideranças organizam palanque do PMDB no Rio Grande do Sul
Em reunião realizada nesta manhã, em Porto Alegre/RS, começaram a ser organizadas as estratégias para as eleições que se avizinham entre parte do PMDB gaúcho que não vai abrir dissidência para apoiar candidatos majoritários de outros partidos. 

Estiveram presentes na reunião com o deputado Eliseu Padilha: o secretário-geral do PMDB-RS, João Alberto Machado, o vice-presidente do PMDB Municipal de Porto Alegre, Ernesto Teixeira, o secretário-geral do PMDB Municipal de Porto Alegre, Alexandre Borck, a presidente da JPMDB de Porto Alegre, Luciana Provensi, o presidente do PMDB Estadual do Núcleo Comunitário, Carlos Baltazar, o presidente municipal de Porto Alegre do Núcleo Comunitário, Roger Machado, membro do Diretório Estadual do PMDB-RS, Rospide Neto, e Pablo Mendes Ribeiro, representando o ex-ministro Mendes Ribeiro Filho, e outras lideranças do PMDB gaúcho.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Imprensa LIVRE RS - Opinião - por Frederico Gaeversen

ELISEU PADILHA é a principal liderança do PMDB do Rio Grande do Sul
ELISEU PADILHA é a principal liderança do PMDB do Rio Grande do Sul
Blog:imprensalivrers.blogspot.com.br esteve na EXPODIRETO e testemunhou a desenvoltura e o grande poder de articulação com lideranças políticas e empresariais do deputado federal e ex-Ministro dos Transportes, ELISEU PADILHA

Uma coisa é certa: é um homem trabalhador e competente. Não é por acaso que ELISEU PADILHA é a principal liderança do PMDB do Rio Grande do Sul, e uma das principais expoentes do seu partido no Brasil. É o homem da inteira confiança do vice-presidente MICHEL TEMER. O ex-ministro dos Transportes é reconhecido pela sua grande habilidade política. 

ELISEU PADILHA é o principal articulador da candidatura de PAULO ZIULKOSKI ao governo gaúcho pelo PMDB. PAULO ZIULKOSKI é presidente da Confederação Nacional dos Municípios. E é um dos principais municipalistas brasileiros. 

O blog também notou a desenvoltura do deputado estadual, MÁRCIO BIOLCHI (do PMDB) e do peemedebista JUVIR COSTELLA (que é forte candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul).

terça-feira, 11 de março de 2014

Programa Esfera Pública entrevista Eliseu Padilha sobre a relação PMDB e PT

Eliseu Padilha Rádio Guaíba Esfera Pública PMDB PT
Em entrevista ao programa Esfera Pública (Rádio Guaíba 720 AM) o deputado federal e presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Eliseu Padilha, faz uma análise sobre atual cenário político entre o PMDB e o PT. 

Na opinião de Eliseu Padilha a relação no plano nacional está consolidada. Ouça a entrevista completa:


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Prontos para o embate - Coluna Rosane de Oliveira Zero Hora

Paulo Ziulkoski, Eliseu Padilha, Eleições 2014 PMDB
Paulo Ziulkoski, Eliseu Padilha, Eleições 2014 PMDB
Escoltado por dois dos padrinhos de sua candidatura, os deputados federais Mendes Ribeiro e Eliseu PadiIha, o presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski, apresentou ao diretório do PMDB de Porto Alegre suas propostas como pré-candidato a governador.

Com 30 delegados à pré-convenção que no dia 15 de março escolherá o candidato entre Ziulkoski e o ex-prefeito de Caxias do Sul José Ivo Sartori, Porto Alegre é o maior colégio eleitoral do PMDB. Diante do presidente Valter Nagelstein, do vice-prefeito, Sebastião Melo, de vereadores e delegados, Ziulkoski apresentou sua plataforma municipalista.

- Há mais de 20 anos o municipalismo é a causa da minha vida vida - disse. 

Ex-prefeito de Mariana Pimentel, Ziulkoski foi lançado candidato pelo grupo insatisfeito com a demora de Sartori em assumir a candidatura e com os movimentos da cúpula do PMDB,que estaria ignorando as bases.  Agora que Sartori assumiu a candidatura, Ziulkoski garante que vai disputar a indicação no voto. E rejeita o rótulo de candidato da presidente Dilma Rousseff apesar de Mendes e Padilha serem adeptos da aliança com o PT: 

- Quem o PMDB vai apoiar na eleição presidencial é questão secundária. Nosso foco é o Rio Grande do Sul. 

Fonte: Zero Hora - Edição Impressa - pag. 10 - Rosane de Oliveira 
25/02/2014

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Por falar em Padilha...

Deputado Eliseu Padilha e vice-presidente da República Michel Temer
Deputado Eliseu Padilha e vice-presidente
da República Michel Temer
Papo jurídico 

O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), e o presidente do TJ, Marcelo Bandeira Pereira, levaram um bom papo em audiência realizada na semana passada. 

Temer é procurador de Justiça de São Paulo e a conversa rolou solta com, é claro, os pitacos do advogado Eliseu Padilha, deputado federal do PMDB. São Paulo tem cerca de 390 desembargadores e pretende ampliar o quadro; no RS, são 140, mas o TJ precisa de mais 30. 

Por falar em Padilha... 

 ...a última coisa que Padilha faz é voltar para casa. A sua desenvoltura e presença em todos os círculos do poder é impressionante. Parece até que ele tem o dom da ubiquidade, especialmente nos últimos tempos. 

Fonte: JC Online

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Temer diz que mensalão terá 'impacto zero' em 2014

Eliseu Padilha e Michel Temer em Porto Alegre
Eliseu Padilha e Michel Temer em Porto Alegre
PORTO ALEGRE - O vice-presidente Michel Temer (PMDB) acredita que o julgamento do mensalão e a condenação dos envolvidos será tema da campanha de 2014 sem, no entanto, interferir nos resultados eleitorais. 

"É claro que isso vai ser explorado, é natural que seja, mas impacto não terá", afirmou, durante entrevista coletiva no escritório do deputado federal Eliseu Padilha (PMDB) em Porto Alegre, nesta quinta-feira.

"Não acredito que uma sentença judicial que condenou alguns membros de um partido vai levar a mudanças no quadro eleitoral", reiterou.Para Temer, o governo federal "seguramente" tem capital político para enfrentar os argumentos que a oposição pode preparar, sustentado tanto em suas ações e resultados quanto na postura da chefe do Executivo. "Quem não conhece a lisura da presidente Dilma (Rousseff)?", questionou.

O vice-presidente previu que a aprovação da presidente Dilma, em ascensão depois da queda de junho, quando o País foi sacudido por manifestações de rua, "vai crescer ainda mais". Apesar de dizer que o PMDB "está satisfeito" no governo, Temer adiantou que o partido deve ter candidatura própria à presidência em 2018. "Não só vejo isso, como prego", revelou, destacando que o partido já tem "poder político" representado pela vice-presidência da República, Presidência da Câmara dos Deputados e do Senado, maior número de senadores, deputados estaduais, prefeitos e vereadores e segunda bancada federal. "Não temos tempo agora, mas estamos pregando que em 2018 vamos preparar uma candidatura".

Articulações para 2014. No dia que passou em Porto Alegre, Temer esteve com o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), o presidente da Assembleia Legislativa Pedro Westphalen (PP), a bancada estadual, prefeitos, vereadores e deputados federais do PMDB. Formalmente, disse que estava ouvindo o partido. Mas não fugiu das perguntas sobre as costuras eleitorais para 2014.

No Rio Grande do Sul, o apoio do partido à participação na aliança com a presidente Dilma Rousseff não é unânime. Em 2010, parte das bancadas federal e estadual fez campanha aberta por José Serra (PSDB) enquanto Temer concorria a vice de Dilma. Em 2014 é certo que o partido terá candidato próprio ao governo do Estado para enfrentar o PT, do governador Tarso Genro. Temer garantiu que a cúpula nacional do partido dará todo o apoio ao candidato local.

Ao mesmo tempo, o vice-presidente mostrou-se otimista quanto à possível ampliação do apoio do PMDB gaúcho à aliança nacional com o PT, ressalvada a disputa local. "A restrição vai sendo vencida aos poucos", disse, na Assembleia Legislativa. "Há um caminho a ser trilhado para obter apoio à chapa nacional", reconheceu no escritório de Padilha. Fontes do PMDB gaúcho já admitem que o quadro de 2014 será mais favorável à aliança do que o de 2010. Admitem que a possibilidade de acordo com o PSDB tornou-se assunto secundário nas discussões internas e revelam uma certa resistência ao PSB pelas posições de Marina Silva, contestadas pelo agronegócio, um setor muito forte na economia do Rio Grande do Sul.

Também reconhecem que há prefeitos simpáticos ao governo federal por causa dos programas sociais e investimentos feitos em seus municípios. Se for confirmada em 2014, a adesão do PMDB gaúcho à aliança nacional não envolve qualquer acordo na disputa pelo Palácio Piratini, mas pode ter desdobramentos na campanha local, como a ausência da presidente Dilma Rousseff no palanque de Tarso Genro (PT), que tentará a reeleição. Padilha revelou que o presidente nacional do PT, Rui Falcão, já foi comunicado de que o PMDB quer que Dilma suba aos dois palanques ou a nenhum.

Esta opção é mais provável, até porque outros dois aliados do governo federal, o PDT e o PP, podem ter candidatos próprios ao governo do Estado. O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), foi cumprimentar Temer na Assembleia Legislativa e pediu que o vice-presidente levasse a Dilma uma mensagem de "apoio incondicional" à reeleição. Genoino.Temer evitou falar sobre a condenação dos envolvidos no Mensalão pelo Supremo Tribunal Federal(STF), argumentando que qualquer comentário (do governo) seria uma agressão a uma decisão do Judiciário e que "não se pode criar uma crise institucional por causa de uma decisão judicial".

Revelou, no entanto, que pessoas que sabem da situação de saúde do deputado federal José Genoino (PT/SP) fazem comentários condoídos, de natureza pessoal, e não processual, sobre a saúde do ex-dirigente petista. Temer não quis abordar o caso do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado pelo STF que está na Itália, limitando-se a dizer que "certamente" o Brasil vai pedir a extradição. "O que vai haver é uma questão judicial na Itália, que vai examinar se pode ou não ser extraditado", esquivou-se. O vice-presidente também considerou "difícil" que a Itália condicione sua decisão a alguma revisão do caso de Cesare Battisti, que teve extradição negada pelo Brasil. "É um caso a essa altura superado".


Vice-presidente Michel Temer e Eliseu Padilha em Porto Alegre para encontros

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A maratona de Michel Temer

Dilma Rousseff Michel Temer Eliseu Padilha PMDBO vice-presidente da República Michel Temer desembarca em Porto Alegre com a missão de costurar o apoio do PMDB gaúcho à campanha da reeleição da presidente Dilma Rousseff. 

Nessa tarefa, conversa com deputados federais, estaduais, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. A pedido do deputado Eliseu Padilha, que organiza a agenda da visita, conversará também com delegações empresariais, incluindo exportadores, preocupados com alguns entraves na remessa de produtos para países do Mercosul.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

TVCOM Conversas Cruzadas - O favoritismo de Dilma para as eleições de 2014

TVCOM canal 36 - Conversas Cruzadas 26/10/2013

O favoritismo de Dilma para as eleições de 2014 apontado pelo Ibope e as repercussões dos fatos da semana nesse cenário. Participam do debate os deputados federais Eliseu Padilha (PMDB), Alexandre Roso (PSB), Marco Maia (PT), Nelson Marchezan Jr (PSDB).

O contrato de renegociação das dívidas dos Estados, o leilão de libra e o contexto eleitoral de 2014 - formação de palanques estadual e nacional - foram pautas da edição do programa


Bloco 01

  

Bloco 02 



Bloco 04

terça-feira, 16 de julho de 2013

Jornal do Comércio - Agregador de Valores

Eliseu Padilha Michel Temer Mendes Ribeiro
Entrega do troféu “Agregador de Valores”

A cúpula do PMDB compareceu ao café da manhã e entrega do troféu “Agregador de Valores” ao ex-ministro e deputado Mendes Ribeiro Filho, “pela sua capacidade de agregação e dedicação tanto como deputado, ministro da Agricultura e em toda sua vida pública”. Segundo Odacir Klein, da Klein Associados, que organizou a reunião, “é uma homenagem a um homem correto, com ética, de talento, de vida limpa, de princípios e de conquistas graças à sua gratuidade e capacidade de doação. 

Por isso tem a gratidão de todos”. Na mesma linha, enaltecendo as qualidades do parlamentar, o vice-presidente Michel Temer destacou o trabalho realizado por Mendes Ribeiro. Disse que, quando chegou à Câmara dos Deputados, Mendes o ajudou muito “com o que ele chamava de palpites, que eu agregava às minhas decisões e dava muito certo”. Segundo Temer, “o modesto sucesso que tenho acho que devo 80% às suas sugestões”, revelou ao homenageado em meio da calorosa salva de palmas.


Enfrentando desafios

Para Mendes Ribeiro, que emocionado agradeceu a homenagem, “na vida pública, não tem nada difícil. Tem desafios que temos que enfrentar”. Disse que “minha amizade com Michel Temer devo ao Eliseu Padilha, que muito me aproximou do Temer”. 

Compareceram à homenagem expoentes do PMDB e da República: além do vice-presidente Michel Temer, o ministro da Agricultura, Antonio Andrade, o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves; os senadores Valdir Raupp, presidente nacional do PMDB, Luiz Henrique (SC), Ivo Cassol (PP-RO) e Pedro Simon, os deputados Luiz Carlos Heinze (PP), Valdir Colatto (PMDB-SC), o presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Eliseu Padilha (PMDB), diretores de empresas de comunicação e amigos, entre outros. Uma reunião de gratidão e reconhecimento, algo raro na atualidade.

Fonte: edgarlisboa@jornaldocomercio.com.br

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Bancadas do PMDB debatem atual cenário político em Seminário promovido pela Fundação Ulysses Guimarães

Eduardo Cunha, Henrique Alves, Michel Temer e Eliseu Padilha
Eduardo Cunha, Henrique Alves, Michel Temer e Eliseu Padilha
Brasília (DF) – A Fundação Ulysses Guimarães, presidida pelo deputado Eliseu Padilha (RS), realizou, na manhã desta terça-feira (2), o Seminário “Para onde a cidadania quer levar o Brasil?”. O evento, que reuniu as Bancadas do PMDB no Senado e na Câmara, discutiu o atual momento pelo qual passa o Brasil, com manifestações populares que acontecem em todo o território nacional.

O primeiro painel de debates foi coordenado pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco (RJ), e contou com as presença dos seguintes palestrantes: o fundador do instituto de pesquisa Data Popular, Renato Meirelles, o sociólogo Paulo Baia e o Thiago de Aragão, da empresa Arko Advice.

Na avaliação do ministro Moreira, o objetivo desse painel foi trazer para o debate no Partido, não só na bancada, mas também para a Fundação, os efeitos da série de manifestações públicas realizadas nas últimas semanas. “Precisamos entender essa nova realidade que vivemos. São milhões de pessoas nas ruas com mobilizações se dando de maneira surpreendente, inovadora”.

Para Moreira, de todas as reivindicações feitas pelos manifestantes, a mais forte que se dirige a todos os que dão vida às instituições políticas, é simbolizada pela frase: “eles não nos representam”. “É essencial que possamos compreender isso, entender para que possamos refletir sobre esse novo cenário”, declarou o ministro.

Em seu discurso, o presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), destacou que o Brasil atravessa uma das experiências políticas mais desafiadoras de sua história. “As passeatas foram em sua maioria absolutamente pacífica. É a cidadania brasileira que demonstra sinais de amadurecimento”, afirmou.

Raupp ressaltou que as manifestações atuais lembram a passeata dos “Cem Mil” realizada em 1968. “Embora o glamour revelasse os excessos da ditadura militar, as manifestações da época articularam a mais legítima insatisfação social em tudo o que envolvesse o Estado, o Poder, a Cidadania e as liberdades democráticas”, lembrou.

O presidente do Partido ponderou ainda o papel do PMDB nesta nova fase de manifestações populares. “Não há como negar que a conjuntura política tem sido caracterizada por sinais explícitos de desprezo de boa parte das autoridades públicas e dos políticos ao sentimento do eleitor. Porém, o PMDB e o Congresso Nacional tem captado a insatisfação das ruas propondo e executando medidas. Na última semana, tanto o Senado quanto a Câmara despertaram para a evolução do impasse democrático destravando pautas de votação de projetos relevantes, mas que por motivos mais variados foram lentamente deixados à margem dos interesses do Parlamento”, disse Raupp.

O senador e dirigente partidário, enfatizou que ficou claro, com as recentes manifestações, o descompasso entre a representação política e os anseios legítimos brasileiros. “A sociedade espera mudanças significativas no modelo de democracia representativa. O exercício da cidadania exige checagem periódica dos processos democráticos de representação. O PMDB como elemento assegurador desse desenvolvimento que garantiu a inclusão de tantos brasileiros à classe média tem agora a missão de ser o Partido da transição para um novo modelo de democracia que esses movimentos reivindicam”, concluiu.

O vice-presidente da República, Michel Temer (SP), ressaltou o papel da Fundação Ulysses Guimarães com a realização do seminário: “num momento angustiante da vida nacional, a Fundação vem promover um debate sobre o tema”. “Será que nós brasileiros devemos nos surpreender com o que está acontecendo? Eu digo que não. As pessoas aderiram ao movimento por um sentimento político e nós não devemos nos surpreender com isso”, afirmou Temer.

Para ele, um exame histórico do país faz verificar que passamos por ciclos constitucionais como nas Constituições de 30, 46, 64, 88 e isso se repete em 2013. “No ponto de vista histórico constitucional não devemos nos surpreender. Sobre o foco político social saímos do autoritarismo em 88 que fizemos um grande trabalho que foi amalgamar os conceitos do estado liberal com o estado social”, explicou. Ele usou como exemplo o Artigo 5º da Constituição que, além dos 70 incisos, não exclui a invocação de outros direitos não citados. “As regras do estado liberal são unidos na Constituição com o estado social, que incluem regras programáticas que proíbem que qualquer governo se oponha a políticas públicas previstas” destacou e citou o caso do direito à moradia e à alimentação incluídos na Carta Magna.

Temer ressaltou que as mobilizações são pelo que ele chamou de “democracia da utilidade dos serviços públicos”, que é um aspecto material das reivindicações: “podemos chamar de democracia eficiente, que pede por melhores condições de saúde, educação, transporte, segurança. E por melhoria do sistema político. A primeira impressão que deram essas passeatas é de que ela era contra o estabelecido, todos os governos foram atingidos, mas também a imprensa. O que se pede é a renovação dos políticos. A renovação do sistema político e isso não significa o mesmo que a renovação das personalidades políticas, mas da forma de fazer politica”.

Em defesa da proposta de plebiscito apresentado ao Congresso Nacional nesta terça-feira (2), em mensagem da presidente Dilma Rousseff, Temer disse que ele é um mecanismo importante para entender que a população anseia por uma mudança, pois se trata de consulta popular sobre Reforma Política: “acho que ele é mais importante num momento como esse do que o referendo, que ouviria somente depois da proposta pronta”.

Sobre a atual situação política, Temer concluiu dizendo que “a política na democracia é a arte da contrariedade da contestação. E é preciso exercitar isso”.





quarta-feira, 5 de junho de 2013

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A propósito da nota “Alarme Falso”, publicada na coluna Panorama Político, do jornal O Globo, de hoje (05/06/2013), esclareço que, quando perguntado se havia assumido um cargo na Vice-Presidência da República, respondi:

“Desde 1995, para honra e orgulho meus, integro o grupo de peemedebistas, liderado por Michel Temer, que conquistou a Liderança na Câmara dos Deputados, várias presidências da Casa, Ministérios e a Presidência do Partido”. Disse mais: “faço o trabalho partidário em todo o Brasil, mas não estou a procura de emprego, o que limitaria minha ação. Poderiam pensar que meu trabalho fosse motivado pelo interesse pessoal, para conseguir emprego, o que seria a minha desmoralização política. Estive, estou e continuarei ao lado do presidente Michel Temer, defendendo o nosso PMDB”.
Atenciosamente,
ELISEU PADILHA

quinta-feira, 9 de maio de 2013

PMDB gaúcho vai a jantar com Dilma e promete se alinhar à cúpula nacional

O encontro foi articulado pelo ex-deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS)
ClicRBS - 08/05/2013 | 21h21 - PMDB gaúcho vai a jantar com Dilma e promete se alinhar à cúpula nacional. Apesar da disputa local com Tarso, peemedebistas querem apoiar a reeleição da presidente. 

Em mais uma movimentação de olho na sua reeleição em 2014, a presidente Dilma Rousseff participou, nesta quarta-feira à noite, de jantar oferecido pelo vice-presidente Michel Temer a prefeitos e parlamentares do PMDB do Rio Grande do Sul, no Palácio do Jaburu. 

Refratários a uma aliança com o PT, por causa das diferenças históricas no Estado, os peemedebistas gaúchos querem se aproximar do governo federal. Apesar da disputa local, o PMDB do RS quer apoiar a reeleição da chapa Dilma-Temer para 2014. Pelo menos cem prefeitos gaúchos estiveram presentes no jantar, a convite de Temer. O encontro foi articulado pelo ex-deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS). 

Os presidentes da Câmara e do Senado estiveram presentes, assim como os líderes peemedebistas. O partido, que sempre esteve mais independente do governo federal no Estado, já avisou que lançará candidato à sucessão de Tarso Genro. Após o final da reunião, o PMDB emitiu nota oficial, explicitando sua posição em relação ao partido nacional e o governo Dilma. 

No documento, o partido fala em perdas irreparáveis para a sigla por conta do desalinhamento com a cúpula nacional. 

NOTA OFICIAL 

O Presidente da Comissão Executiva Estadual do PMDB, Deputado Estadual Edson Brum, e o Presidente da Associação de Prefeitos do PMDB do Estado do Rio Grande do Sul e Prefeito de Cruz Alta, Juliano da Silva, vem, ante o convite e sua participação na recepção ofertada por sua Excelência o Senhor Vice Presidente da República e Presidente licenciado da Comissão Executiva Nacional do PMDB, Doutor Michel Temer, declarar o seguinte: 

1º - A experiência vivida nas Eleições Nacionais de 2010 nos deixou claro que nosso isolamento partidário, inclusive por defender posição divorciada da orientação nacional, decidida em Convenção na qual nossa posição foi derrotada, nos causou prejuízos políticos eleitorais irreparáveis; 

2º - A partir de nossa posse iniciamos o debate interno para a avaliação da possibilidade e da conveniência politica partidária de passarmos a seguir a orientação nacional de nosso partido, sem, contudo, renunciar ao nosso dever e direito de, no momento próprio, externar a opinião de nossas bases para a correspondente avaliação e, quando vitoriosa, o acolhimento pela Direção Nacional do PMDB; 

3º - Estamos, portanto, atendendo ao chamamento de nosso Presidente Michel Temer, aprofundando os debates que possam nos propiciar as condições de seguir à orientação nacional do partido, especialmente quanto às Eleições Nacionais; 

4º - O PMDB do Rio Grande do Sul sempre teve posições respeitadas e distintas, o que lhe faz ser o maior partido daquela unidade da Federação. No entanto, consciente da necessária democracia partidária interna, para permanecer grande e com a tradicional respeitabilidade dos gaúchos, ele terá que defender, também, sem abrir mão de sua autonomia estadual, um Projeto Nacional de Poder, em consonância com a orientação nacional do partido; 

5º - Agradecemos a recepção e as atenções recebidas de todos os nossos companheiros, nossos grandes líderes e nossos Ministros de Estado, em especial à Senhora Presidenta da República Dilma Rousseff, que nos honraram com a companhia neste grande encontro partidário, patrocinado pelo presidente do nosso Partido, Michel Temer, e voltaremos ao Rio Grande com a certeza de que vamos, conjuntamente, prosseguir consultando as bases de nosso Partido para com sua aprovação fortalecer os laços de união partidária rumo a completa harmonia com o projeto nacional do PMDB. 

Brasília, 08 de maio de 2013. 

 EDSON BRUM - PRESIDENTE 

 JULIANO DA SILVA - PRESIDENTE.

Fonte: ClicRBS  

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Em encontro com Michel Temer, PMDB Gaúcho reitera disposição de assumir unidade partidária

Encontro Michel Temer, Eliseu Padilha e PMDB-RS
Em concorrida recepção no Palácio do Jaburu na noite desta terça-feira (9), a bancada federal gaúcha e a executiva estadual do PMDB-RS, representada pelo presidente Edson Brum e os membros João Alberto Machado e Rospide Neto, foram recebidas pelo vice-presidente da República, Michel Temer, pelo presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp, pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, pelo líder do PMDB na Câmara, deputado Eduardo Cunha, pelo ministro da Agricultura, Antônio Andrade e pelo presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães, Eliseu Padilha.

O deputado e ex-ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, muito elogiado por todos, não compareceu por estar dedicado à recuperação de sua saúde, mas pediu que fosse reiterada aos presentes sua disposição de pleno ajustamento do PMDB gaúcho ao PMDB nacional.

A recepção foi amplamente exitosa em razão de que, salvante a exceção que confirma a regra, todos os presentes mostraram disposição de fazer necessário esforço para que o projeto de poder nacional do Partido caminhe rumo a unidade, inclusive com a participação do PMDB-RS.

As direções nacional e estadual promoverão novos encontros para avaliar os passos seguintes.


Fonte: Thatiana Souza (ACS/PMDB-FUG)
Fotos: Wendel Lopes/PMDB


sábado, 2 de março de 2013

PMDB elege nova Executiva Nacional para o biênio 2013-2015

Presidente Dilma Rousseff prestigiou Convenção do PMDB
Brasília (DF) – A Convenção Nacional do PMDB foi encerrada neste sábado, em Brasília, com a escolha da nova direção nacional do Partido. Convencionais de todo o país aprovaram a recondução de Michel Temer na presidência do PMDB, para o biênio 2013-2015.

Confira aqui a composição da executiva nacional:

Presidente: MICHEL TEMER (SP)

1º Vice-Presidente: VALDIR RAUPP (RO)

2º Vice-Presidente: ÍRIS ARAÚJO (GO)

3º Vice-Presidente: ROMERO JUCÁ (RR)

Secretário-Geral: MAURO LOPES (MG)

1º Secretário: GEDDEL VIEIRA LIMA (BA)

2º Secretário: LEONARDO PICCIANI (RJ)

Tesoureiro: EUNÍCIO OLIVEIRA (CE)

Tesoureiro Adjunto: RODRIGO ROCHA LOURES (PR)

Vogais

MOREIRA FRANCO (RJ)

DARCÍSIO PERONDI (RS)

JADER BARBALHO (PA)

HENRIQUE EDUARDO ALVES (RN)

JOÃO ALBERTO (MA)

LELO COIMBRA (ES)

EDUARDO BRAGA (AM)

MAURO MARIANI (SC)

Suplentes

1 – WALDEMIR MOKA

2 – TADEU FILIPPELLI (DF)

3 – MARCELO CASTRO (PI)

4- ROSE DE FREITAS (ES)

5 – JOÃO HENRIQUE (PI)

6 – CARLOS BEZERRA (MT)

7 – WELLINGTON SALGADO (MG)

8- OSWALDO REIS (TO)

9- RENAN FILHO (AL)

10- WILSON SANTIAGO (PB)

 11 – FLAVIANO MELO (AC)

12- RAUL HENRY (PE)

13- FABIO REIS (SE)

14- FÁTIMA PELAES (AP)
 
CONSELHO FISCAL

Titulares


1- LUCIANO BORGES (AL)

2- ALEXSANDRA SOUSA MAGALHÃES (CE)

3- VALTER LIMA FROTA CAVALCANTE (CE)

4- ANIBAL GOMES (CE)

5- DANILO FORTES (CE)

Suplentes

1- EDINHO BEZ (SC)

2- ESACHEU CIPRIANO NASCIMENTO (MS)

3- JOÃO ALBERTO MACHADO (RS)

4- MARCIO ANTONIO DA SILVA (DF)

5- ANTONIO F. DOS SANTOS NETO (SP)


União e importância política do PMDB são lembrados por líderes em Convenção

Eliseu Padilha, Valdir Raupp, Michel Temer e Eduardo Alves - PMDB Nacional
Brasília (DF) – Em auditório lotado, o presidente nacional do PMDB, Valdir Raupp (RO), conclamou o militantes e lideranças peemdebista de todo o Brasil a se unirem para tornar a legenda ainda mais forte nos próximos anos. 

Raupp agradeceu a compreensão dos integrantes do Partido na condução das atividades da maior agremiação política do país. Raupp elogiou o presidente licenciado do PMDB e vice-presidente da República, Michel Temer, pelo “excelente trabalho” realizado por ele no governo federal ao lado da presidente Dilma Rousseff. Ao final de seu discurso, Raupp fez um apelo aos Diretórios Estaduais para trabalharem no sentido de fortalecer o Partido para as eleições de 2018. “A partir desta Convenção precisamos nos esforçar para assegurar ao PMDB o maior número de governadores, de deputados federais e estaduais, e de senadores. Unidos estaremos prontos para, em 2018, lançar candidato próprio à Presidência da República”, afirmou. 

O entusiamo demonstrado por militantes e convencionais na manhã deste sábado foi lembrado pelo presidente da Fundação Ulysses Guimarães, deputado Eliseu Padilha (RS), como a força que movimenta o PMDB. “Esta é principal razao pela qual este Partido é o maior do país, este é o nosso PMDB”, comemerou. Padilha aproveitou a oportunidade para ressaltar o papel da Fundação na preparação política e educacional dos quadros peemedebistas. “Temos o compromisso de refazer em cada municíprio os princípios que motivam e tornam grande o PMDB. Queremos rememorar o nosso compromisso como políticos para retomar a sintonia, o diálogo com o nosso povo”, declarou. 

Para o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (RN), o empenho demonstrado pelos peemedebistas tanto nos encontros nacionais do ano passado quanto nesta Convenção mostra a coerência do Partido. “Em 2014, iremos colher os frutos desse trabalho”, disse. Já o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), destacou o passado de lutas do PMDB e os grandes nomes que fizeram a história da legenda. “Este Partido tem em seu histórico a conquista de redemocratização deste país. Lutamos para que o povo pudesse ter realizado o sonho da liberdade e da democracia. É o mesmo PMDB de Ulysses Guimarães, que começou a transferência de renda no país. Que a militância que nos coloca aqui hoje, nos dê a oportunidade para continuar trabalhando pelo Brasil”, enfatizou. 

 História - Para o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), “ este é o inicio de uma festa do PMDB, é o início de uma nova caminhada do Partido. Estamos escolhendo aqui quem vai conduzir as ações do partido na eleição de 2014, quando deveremos ter a maior bancada de deputados e senadores. Temos a obrigação de fazer um partido forte e essa caminhada começa aqui. O PMDB vai mostrar em 2014 o quão grande ele é e isso é um trabalho nosso”. 

O presidente nacional do PT, Rui Falcão representou o partido na Convenção do PMDB: “Quero fazer uma saudação a este partido que traz a democracia no nome. E traz a democracia do seu DNA, pois assumiu seu papel de oposição e ajudou o país a superar a ditadura sanguinário. Essa parceira entre o PT e PMDB é história e tem conteúdo programática e cada vez mais vai se aprofundar”. 

Rui Falcão leu uma mensagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao convencionais, em que foi lembrada a ação dos peemedebistas históricos na redemocratização do país: “nós do PT tivemos a honra de participar, junto com o PMDB de Ulysses Guimarães, deste momento da política brasileira”. 

A parceria dos dois partidos foi destacada pelo ex-presidente, que afirmou que “a partir de 2006 construímos uma sólida coalizão de governo para alcançarmos os avanços econômicos e sociais que tanto almejávamos. Juntos promovemos o inédito momento de ascensão social. Somamos esforços para resgatar a soberania nacional e conquistar espaço de destaque no mundo”. 

Lula também destacou o papel significativo de Michel Temer no governo: “no meu governo o PMDB teve uma papel fundamental, no da presidente Dilma estreitamos nossas relações. Juntos, ao lado da presidenta Dilma teremos conquistas ainda maiores para o povo brasileiro”. 

Para líder do governo no Senado, Eduardo Braga (AM), “o PMDB ajuda o Brasil a continuar mudando. O país tem enfrentado cada vez mais os seus desafios para encarar o futuro. Estamos firmes neste projeto, apontando e garantindo que o Brasil continuará mudando e mudando para melhor”. O senador lembrou as ações históricas do Partido, pois foi “o PMDB que começou com o presidente Sarney a grande transformação do Brasil na democracia e a transferência de renda para os menos favorecidos”. 

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (AL) disse que o “o PMDB está mais uma vez destacando a sua força a sua garra partidária e pela unidade. Para ele, “com a eleição de Dilma e Michel Temer o PMDB prezou a coerência por um projeto para o Brasil”. “O PMDB participou de todas as revoluções silenciosas e a maior delas foi a Assembleia Nacional constituinte convocada pelo presidente José Sarney, que como presidente conseguiu fazer a redemocratização”. 

Renan afirmou que o Partido continuará a conduzir mudanças importantes para o povo brasileiro: “o Congresso Nacional, comigo e com Henrique Alves, tem como agenda aproximar cada vez mais o Parlamento brasileiro da sociedade. Saio daqui com a certeza que o PMDB mais do que nunca continuará a cumprir o seu papel, o partido que sempre foi o pilar da democracia”. 

O vice-governador do Distrito Federal, Tadeu Filippelli, falou, em nome dos vice-governadores peemedebistas, sobre o momento especial vivido pelo PMDB em todo Brasil. “Estamos hoje desfrutando de uma caminhada iniciada há muitos anos, na qual pudemos demonstrar ao povo brasileiro nossa honradez, nossa lealdade, nosso compromisso com a Nação. E, é com o respeito conquistado pelo PMDB que seguiremos trabalhando pelo pais”, ponderou. 

O ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho (RN), falou em nome dos ministros peemedebistas e ressaltou o papel que todos eles exercem à frente de suas pastas: ministro do Turismo, Gastão Vieira, da secretaria de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco, ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, “que muito tem feito para o desenvolvimento da produção brasileira”, e de Minas e Energi, Edison Lobão, “que teve o papel de superar o período em que o país passou por racionamentos de energia e ainda conseguiu reduzir o valor das tarifas de energia”. Também ressaltou o papel do ministro do Turismo, Gastão Vieira, da secretaria de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco, e ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, que muito tem feito para o desenvolvimento da produção brasileira. 


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