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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Eliseu Padilha‬ assume Secretaria de Aviação Civil

Eliseu Padilha‬ assume Secretaria de Aviação Civil
Eliseu Padilha‬ assume Secretaria de Aviação Civil
Novo ministro afirmou que dará continuidade às transformações que proporcionam aos brasileiros maior acesso ao transporte aéreo.

O comando da Secretaria de Aviação Civil (SAC) foi passado na manhã desta terça-feira (06/01) por Moreira Franco para Eliseu Padilha. No discurso de posse, o novo ministro afirmou que pretende dar continuidade aos avanços da aviação civil brasileira.

“A Secretaria, em que pese sua curta existência iniciada em 2011, fruto do que fez e avançou já logrou construir elevado respeito e igual admiração”, disse Padilha. “Os ministros que me antecederam estão de parabéns. Manter e elevar esse nível conceitual é o grande desafio que nos espera”, anunciou.

Ao citar a presidenta da República, Dilma Rousseff, Padilha destacou que o povo brasileiro anseia por mudanças, e que no transporte aéreo as transformações, que já vêm acontecendo, serão ainda maiores e melhores em sua gestão.

“Instigo todo o setor (aéreo) que nos dediquemos cada dia a avançarmos ainda mais e mais na aviação civil brasileira”, enfatizou o novo ministro. “Vamos à conquista de nossas metas, pois sabemos como as alcançar. Quem sabe faz a hora e tal hora é agora”.

Moreira Franco, ao transmitir o cargo, agradeceu a dedicação e o trabalho de todos os entes envolvidos com o transporte aéreo. Ele lembrou que é preciso celebrar o que foi feito durante esses três anos de existência da SAC.

PERFIL 



Gaúcho de 69 anos, Eliseu Padilha é advogado e empresário. Começou a atividade política em sua cidade natal, Canela, e, posteriormente, ocupou cargos de secretário dos Negócios do Trabalho, Cidadania e Assistência Social do Governo do Estado do Rio Grande do Sul (1995), prefeito de Tramandaí (1989-1992), ministro dos Transportes (1997-2001) e deputado federal (1995-1999; 2003-2011).

Filiado ao PMDB desde que iniciou sua trajetória política, Padilha está à frente da presidência da Fundação Ulysses Guimarães desde 2007, período no qual coordenou um profundo trabalho de formação política para militantes. Atualmente, lidera a missão de ouvir e debater junto à sociedade o projeto de reforma política, a pedido do Conselho Nacional do PMDB.



Solicitamos sua atenção para o cumprimento da Lei do Direito Autoral n.º 5988, de 14 de dezembro de 1973, Cap. IV, Parágrafo 1º do artigo 82º, que determina: A fotografia quando divulgada, indicará de forma legível, o nome de seu autor   

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Os trabalhos de Temer - Correio Braziliense

Eliseu Padilha e Michel Temer
Eliseu Padilha e Michel Temer
Autor(es): Denise Rothenburg 
Correio Braziliense - 07/02/2014 

Se tem algo que o vice-presidente da República exercita com maestria, é a paciência. Ontem, ao conversar com a coluna, ele disse que não houve veto ao nome de Eliseu Padilha para ministro e que o deputado está prestigiadíssimo e prontamente aceito por Dilma para coordenar a campanha, aproveitou para colocar alguns pingos nos iis em relação ao seu papel dentro do PMDB e do governo. Primeiro, disse que essa crise (o fato de a bancada na Câmara defender a entrega dos cargos) “se resolve com diálogo e muita conversa”. Tratou ainda como “acidente” a história de que o governo deseja tirar o PMDB da pasta do Turismo e disse acreditar numa boa a solução para a reforma ministerial, embora se mantenha discreto. 

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Quanto ao partido, Temer é cristalino: “Se houver antecipação da convenção tem que decidir em definitivo. Tenho uma longa história no PMDB, de serviços prestados ao PMDB. Também devo muito ao PMDB”, afirmou. Temer acredita piamente que o melhor caminho para a legenda, que ele serve há décadas, é a reeleição da presidente Dilma, com a reedição da chapa. “Para mim, isso está acima de um projeto pessoal e farei todo o esforço para manter a aliança, mas o que o partido decidir, eu acato”, afirmou. 

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 Temer frisou diversas vezes na conversa que tem servido ao PMDB ao longo desses anos, em uma conjuntura muitas vezes delicada, difícil. Mas nunca deixou o seu partido de lado. Nos próximos dias, pretende, em conjunto com a presidente Dilma e o ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil, encontrar a melhor saída. Falta combinar com as bancadas da Câmara, do Senado, com a própria Dilma e os demais aliados. Sem dúvida, não será tarefa fácil.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Fetter destaca duplicação do trecho Porto Alegre/Pelotas

Prefeito de Pelotas Fetter Jr.
Prefeito de Pelotas Fetter Jr.
A assinatura da ordem de serviço para as obras de duplicação da BR-116 - trecho Porto Alegre/Pelotas - e do Contorno Rodoviário de Pelotas, orçadas em R$ 900 milhões, aconteceu na manhã desta segunda-feira, no Centro de Eventos Fenadoce, com as presenças do ministro dos Transportes Paulo Sérgio Passos, do governador Tarso Genro e do prefeito Fetter. 

O ministro dos Transportes disse que a obra de duplicação da BR-116 é um projeto transformador, que ampliará o número de vias, construirá viadutos e solucionará o problema de acessibilidade. 

Ele declarou que, no mês passado, a cidade de Pelotas completou 200 anos de história e esse é o presente do Governo Federal, que demorou a chegar e certamente é um presente à altura numa data tão importante. As empresas responsáveis pela empreitada terão um prazo de três anos para concluir as obras, que há dez anos já mobilizava a Bancada Gaúcha na Câmara Federal, na época coordenada pelo então deputado Adolfo Antonio Fetter. 

BR116 Obras
Ex-ministro Eliseu Padilha
O atual prefeito de Pelotas recorda que, graças a uma Emenda Coletiva da Bancada, foram assegurados recursos para a elaboração do projeto da duplicação da BR-116 ( trecho Porto Alegre/Pelotas), com o aval do então ministro dos Transportes, o gaúcho Eliseu Padilha. O prefeito Fetter disse, durante a solenidade no Centro de Eventos Fenadoce, que as duas obras rodoviárias, há anos reivindicadas pelas comunidades da Zona Sul, são de grande significado para a região, trazendo inúmeros benefícios aos gaúchos e aos países vizinhos.

 Autor: Jandir Barreto -

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Eliseu Padilha: o ministro das grandes obras agora é o deputado da educação

Cursos Fundação Ulysses - EAD
O deputado federal Eliseu Padilha é conhecido em todo o país pelas obras que executou no período em que esteve à frente do Ministério dos Transportes. Além de pertencer ao maior partido político, do Brasil, o PMDB, ele preside nacionalmente desde 2007, a Fundação Ulysses Guimarães.

Como deputado federal, Padilha presidiu Comissões importantes na Câmara, entre elas, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJC), fundamental no processo de elaboração das leis brasileiras. Foi na CCJC que ele articulou a aprovação da lei que está refinando o processo eleitoral, a Lei da Ficha Limpa, que torna inelegível qualquer pessoa que for condenada pela Justiça e o político que for cassado ou renunciar para fugir da cassação.

Eliseu Padilha se tornou conhecido em todo o Brasil pelas suas grandes obras, realizadas no período de quase 5 anos em que foi ministro dos Transportes. Quem viajar por rodovias de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, pode conhecer a maior obra de duplicação rodoviária da América Latina, realizada por Padilha. A Rodovia do Mercosul, é uma obra gigantesca, que envolveu construção de túneis, viadutos, passarelas e trevos, desde Belo Horizonte até o território gaúcho, onde se ramifica em direção ao Porto do Mercosul, em Rio Grande, e as fronteiras com o Uruguai e a Argentina. É o maior corredor de exportação dos produtos brasileiros, tendo o Rio Grande do Sul como elo central.

Atual presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Padilha tornou-se o homem da Educação. A entidade é conhecida por produzir conhecimento e promover a cidadania, por meio dos cursos de formação política oferecidos gratuitamente à sociedade, tendo atingido a marca de mais de 250 mil alunos em todos os estados brasileiros. Padilha decidiu lutar pela educação, pois se convenceu de que “só o conhecimento liberta e dá plenitude à cidadania”.

Eliseu Padilha defende a valorização da carreira do magistério. Por meio de Projeto de Lei (PL 3202/2012) , propôs que a remuneração inicial das carreiras do magistério público, correspondente à jornada de trabalho de 40 horas,não será inferior à metade da maior remuneração inicial das carreiras de atividades exclusivas de Estado.

Para gaúchos e todos os brasileiros

Em todo o território nacional encontram-se obras, projetos e realizações de Eliseu Padilha em beneficio, não apenas dos gaúchos, mas de todos os brasileiros. No Rio Grande do Sul, Padilha investiu cerca de R$ 3 bilhões durante sua gestão no Ministério dos Transportes. Foram mais de 1.130 quilômetros de rodovias duplicadas, construídas e restauradas, com investimentos que chegam a R$ 2,3 bilhões (sem contar gastos com conservação). Também foram investidos R$ 425 milhões em portos e hidrovias e R$ 230 milhões no sistema de trens urbanos – metrô. Somente no PPA 2000/2003, Padilha incluiu obras que somam investimentos de R$ 1,9 bilhão. 

Com o Programa Avança Brasil, foram criados os corredores nacionais de transporte, com obras nos quatro modais: rodovias, ferrovias, hidrovias e portos. O relatório do programa apontou que até 2001 os maiores projetos contavam com média de 90% das obras concluídas, várias delas já entregues ao público. As obras do ministro Padilha entraram para a história das regiões brasileiras, pois geram emprego, renda e desenvolvimento. A retomada das ferrovias e a implantação do sistema hidroviário nacional foram importantes para o equilíbrio da matriz transportes, desafogando as rodovias e aumentando a competitividade dos produtos de exportação. Além de reduzir acidentes, as obras barateiam fretes e aumentam o ganho do produtor. A modernização dos portos garantiu o fluxo das exportações brasileiras. Somando todos os estados, foram recuperados 16 mil quilômetros de rodovias.

Por todo o país

Norte – Entre as obras rodoviárias, no norte do país se destacam os eixos de integração com os países vizinhos. Entre elas, a BR-401/RR nos 124 km entre Boa Vista - Bonfim - Normandia (Fronteira Guiana), BR-156/AP - Ferreira Gomes/Oiapoque (453 km), BR-364/AC - Sena Madureira - Rio Liberdade (446 km), BR-317/AC - Brasiléia - Assis Brasil (110 km), BR-317/AM - Boca do Acre – Divisa AM/AC (100 km) e a construção de Anel Rodoviário de Rio Branco, na BR-364/AC. 

Centro-Norte – O corredor Oeste-Norte foi criado para garantir a redução de custos de transporte de cargas nos estados do Amazonas, Pará, Rondônia e Mato Grosso. Entre as maiores obras estão: pavimentação de 1.109 km da BR-230/PA, desde a divisa PA/TO, passando por Marabá, Altamira e Itaituba; BR-230/AM - Humaitá – Lábrea (212 km); BR-163/PA, divisa MT/PA – Santarém (1.029 km); e BR-364/MT - Diamantino - Sapezal – Comodoro (370 km).

Nordeste – Para a redução de custos de transporte no Nordeste foi criado o Corredor São Francisco. Inclui a pavimentação da rodovia BR-116/BA – Euclides da Cunha/Ibó (251 km), a hidrovia do São Francisco (1.371 km), e a duplicação e restauração da BR-101/SE, trecho divisa AL/SE até a cidade de Estância (153 km). Também foi criado o Corredor Nordeste, com as obras: Complexo Industrial do Porto de Pecem (CE); Porto de Suape (PE), BR-232/PE de Recife a Caruaru (118 km), BR-116/CE de Fortaleza a Pacajus (restauração de 12 km e duplicação de 41 km); duplicação e restauração da BR-101 entre Natal e a divisa de Alagoas com Sergipe (473 km); e BR-230/PB entre João Pessoa e Campina Grande (112 km).

Centro Oeste – Ainda para a redução de custos de transportes nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, foi criado o Corredor Sudoeste, com duas obras rodoviárias: a BR-070/MT entre Cáceres e a fronteira com a Bolívia (85 km); e a BR-267/MS Jardim - Porto Murtinho (202 km)
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Araguaia Tocantins – corredor criado para redução dos custos de transporte de cargas nos estados do Pará, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso e Goiás. As obras são: Hidrovia do Araguaia – Tocantins, com sinalização, balizamento, dragagem e derrocamento em 852 km nos rios Araguaia e das Mortes e sinalização e balizamento em 700 km no rio Tocantins; Hidrovia da Ilha de Marajó, com 306 km de extensão e abertura de um canal de ligação com 32 km de extensão; Ferrovia Norte – Sul, sendo a construção de trechos entre Imperatriz - Senador Canedo (MA) com 270 km, e o trecho entre Darcinópolis e Araguaína (TO) com 170 km; Eclusa de Lajeado no Rio Tocantins; duas Eclusas de Tucuruí para o sistema de transposição do rio pelas embarcações; Hidrovia do Capim (554 km nos rios Guamá e Capim), BR-230/TO, entre a divisa MA/TO e a divisa TO/PA (190 km); Alça-Viária - Sistema Integrado de Transporte do Estado do Pará; e a BR-010/TO - Entroncamento TO-030 - Divisa TO/MA (306 km).

Goiás – para redução do custo de transportes em Goiás, foi projetada a duplicação das rodovias desde Brasília até a divisa de SP/MG, num total 490 km nas rodovias BR-060/DF, BR-060/GO, BR-050/MG, BR-153/GO, BR-153/MG. 

Mercosul
 – Duplicação de 1.650 km de vias a partir de Belo Horizonte, incluindo obras importantes como o Rodoanel de São Paulo e o Contorno de Curitiba. Modernização do Porto de Rio Grande e conversão em Porto do Mercosul. 

Conheça e acompanhe as obras, realizações e trabalho da vida pública de Eliseu Padilha no blog de memórias: Poucos Fazem Tanto

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A marca do Ministro dos Transportes Eliseu Padilha na TRENSURB

Trensurb Ministro Transportes Eliseu Padilha
1997 Ministro Eliseu Padilha
No período de 1997 a 2001, o Ministro dos Transportes Eliseu Padilha, investiu R$ 230 milhões para a melhoria e expansão do metrô na região metropolitana de Porto Alegre.

O metrô foi ampliado, modernizado e integrado às linhas de ônibus da região. Com as obras realizadas por Padilha, o transporte metroviário cresceu 31% e a tarifa unitária ficou sem aumento durante quatro anos. Padilha investiu no metrô por ser o meio de transporte mais seguro, mais barato, rápido e não poluente. Desafoga o trânsito, reduz acidentes e aumenta a capacidade de mobilização urbana.

Confira as obras que Eliseu Padilha realizou no metrô:

- Construção da Estação Unisinos: inaugurada em dezembro de 1997, proporcionou o aumento de 20% na quantidade de passageiros transportados pela TRENSURB.

- Construção da Estação São Leopoldo: desafogou o tráfego de ônibus na BR-116 e beneficiou cerca de 20 mil usuários por dia. Construída em alta tecnologia, opera com baixa vibração e diminui a trepidação e os ruídos dos trens, aumentando o conforto dos passageiros. Foi inaugurada em novembro de 2000.

- Expansão dos trilhos em superfície – 4,6 km entre Sapucaia e Unisinos.

- Expansão dos trilhos em elevada – 2,5 km entre Unisinos e São Leopoldo. A TRENSURB passou a operar com 25 trens, 17 estações e um total de 33,8 quilômetros de via, transportando até 170 mil passageiros por dia.

- Museu do Trem: a mais antiga estação ferroviária do Estado foi restaurada e reaberta em 31 de agosto de 2000, criando um elo entre o passado e o futuro. O Museu conta com mais de 200 peças que fazem parte da história ferroviária do país.

- Áreas de esporte e lazer sob a elevada: o projeto de urbanização entre as estações Unisinos e São Leopoldo Centro proporcionou uma importante área de esporte e lazer à comunidade. São quadras poliesportivas, ciclovia, pistas, praças infantis, bebedouros, e estacionamentos públicos.

- Modernização das estações: As estações existentes de Porto Alegre a Sapucaia do Sul foram modernizadas. As obras facilitaram os acessos e aumentaram o conforto dos usuários do metrô.

- Modernização do sistema: além de sistemas de comunicação, segurança e controle das composições, foram implantados os sistemas eletrônicos de controle de passageiros nas 17 estações e substituição do bilhete por cartão eletrônico. Tudo isso agilizou o transporte, reduziu filas e aumentou a segurança do passageiro.

- Projeto e licitação da expansão até Novo Hamburgo: a construção da linha Estação Central que liga São Leopoldo a Novo Hamburgo contava com R$ 25,9 milhões em recursos previstos no Orçamento da União. O projeto incluiu 9,3 km de linhas suspensas, a construção de mais uma estação em São Leopoldo (Rio dos Sinos), além das estações da Liberdade, Fenac-Industrial e o terminal de Novo Hamburgo. Com a expansão, o metrô chegará a cerca de 30 mil novos usuários.

- Duplicação da Avenida Unisinos – da Avenida Getúlio Vargas (BR-116) até a Avenida Mauá, junto à estação da TRENSURB. A via se transformou no principal acesso à Universidade do Vale dos Sinos. A pista dupla, com canteiro central e rótula sinalizada, também dá acesso a várias unidades do Exército e ao município de São Leopoldo.

- Abertura e pavimentação da Avenida Mauá: esta nova ligação entre Sapucaia e São Leopoldo foi construída em agosto de 2001.  Com 3,7 km de extensão, a obra possibilitou a ligação direta do município de Canoas (desde a Refinaria Alberto Pasqualini da Petrobrás) a São Leopoldo, passando pelo centro de Esteio e Sapucaia do Sul. É uma nova alternativa de tráfego à BR-116.

- Construção das moradias do Loteamento “Tancredo Neves”: beneficiou 182 famílias. Obra de cunho social que possibilitou a abertura da Av. Mauá e a urbanização nas proximidades da estação Unisinos.

- Projeto de expansão do metrô na Linha 2 – trecho Sarandi-Mercado-Azenha. O projeto incluiu também a expansão do metrô para Alvorada, Cachoeirinha, Gravataí e Viamão. 

- Expansão até Taquara: requerimento ao Ministério das Cidades para a realização do estudo da expansão do metrô de Novo Hamburgo a Taquara, integrando a região formada pelos municípios de Campo Bom, Sapiranga, Araricá, Nova Hartz e Parobé. 

Eurico Batista (Assessoria de Imprensa)
Fonte original: Poucos Fazem Tanto


quinta-feira, 21 de junho de 2012

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