Clique aqui e compartilhe diretamente do Facebook
Mostrando postagens com marcador defesa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador defesa. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 11 de abril de 2013
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Educação é tema de entrevista na TV Câmara
![]() |
| Deputado Eliseu Padilha TV Câmara |
Na próxima terça-feira (4), às 7h45, irá ao ar pela TV Câmara, o Programa Palavra Aberta, com a presença do deputado Eliseu Padilha. Na pauta, o parlamentar fala sobre “Educação”.
Defensor das políticas públicas educacionais, Padilha disse que “o Brasil está precisando de uma reavaliação do conhecimento. E, a educação é a matriz desse conhecimento”.
Além disso, destacou que para o Brasil entrar na era da competitividade, precisa resolver, primeiramente, o problema da educação.
“Hoje, nós estamos com problemas no setor de manufaturados pela escassez de quadros profissionais. E, essa escassez deve-se a falta de uma política educacional”.
Além disso, destacou que para o Brasil entrar na era da competitividade, precisa resolver, primeiramente, o problema da educação.
“Hoje, nós estamos com problemas no setor de manufaturados pela escassez de quadros profissionais. E, essa escassez deve-se a falta de uma política educacional”.
O Programa Palavra Aberta será reprisado na terça-feira, nos seguintes horários: 12h30 e 21h.
Acesse aqui a TV Câmara.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Em discurso, Eliseu Padilha afirma que educação deve ser a maior prioridade da nação
![]() |
| Eliseu Padilha afirma que educação deve ser a maior prioridade |
O deputado Eliseu Padilha, presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães, defendeu, hoje (25), em Plenário que a educação, a produção do conhecimento, deveria ser “a prioridade entre todas as prioridades políticas”. Em suas colocações, ele afirmou que “o conhecimento sempre foi, desde os primórdios da vida em sociedade, especialmente da Civilização Ocidental, fator decisivo para o desenvolvimento humano”.
Em especial sobre o Brasil, Padilha observou que a situação da educação é delicadíssima. E que, quanto a avaliação dos sistemas de educação, entre todas as nações, o país tem amargado as piores posições. “Assim tem sido no âmbito do BRIC, da América do Sul, da América e de Organismos Internacionais”. E, em sua opinião, o tema educação deve ser elevado ao mais alto nível de interesse do cidadão, da nação e do Estado.
Além disso, ele destacou que a Constituição instituiu a participação direta do cidadão brasileiro na definição e na gestão da Política Nacional para Educação. Todavia, esse formalismo constitucional tem sido observado apenas para os repasses financeiros, fundo a fundo entre os entes federados. “A existência do Conselho é condição para viabilizar a transferência dos recursos, mas a condução da Política Educacional pelo cidadão ainda é apenas uma esperança”, observou.
Eliseu Padilha chamou a atenção também para o fato de que “o Brasil, na Civilização do Conhecimento, está tendo muita dificuldade para inserir-se no mercado globalizado dado que o nível educacional médio de sua população é, relativamente, baixo”.
“Não podemos mais perder tempo e oportunidades. Não podemos continuar fazendo mais do mesmo. A educação brasileira necessita de uma verdadeira Revolução”, afirmou Eliseu Padilha.
Em especial sobre o Brasil, Padilha observou que a situação da educação é delicadíssima. E que, quanto a avaliação dos sistemas de educação, entre todas as nações, o país tem amargado as piores posições. “Assim tem sido no âmbito do BRIC, da América do Sul, da América e de Organismos Internacionais”. E, em sua opinião, o tema educação deve ser elevado ao mais alto nível de interesse do cidadão, da nação e do Estado.
Além disso, ele destacou que a Constituição instituiu a participação direta do cidadão brasileiro na definição e na gestão da Política Nacional para Educação. Todavia, esse formalismo constitucional tem sido observado apenas para os repasses financeiros, fundo a fundo entre os entes federados. “A existência do Conselho é condição para viabilizar a transferência dos recursos, mas a condução da Política Educacional pelo cidadão ainda é apenas uma esperança”, observou.
Eliseu Padilha chamou a atenção também para o fato de que “o Brasil, na Civilização do Conhecimento, está tendo muita dificuldade para inserir-se no mercado globalizado dado que o nível educacional médio de sua população é, relativamente, baixo”.
“Não podemos mais perder tempo e oportunidades. Não podemos continuar fazendo mais do mesmo. A educação brasileira necessita de uma verdadeira Revolução”, afirmou Eliseu Padilha.
Discurso em áudio:
Leia abaixo a íntegra do discurso:
Assinar:
Postagens (Atom)
COMPARTILHE:
COMPARTILHE:






